Resumo de Neurofuncional
24 tópicos de Neurofuncional, cada um resumido nos 5 pontos que mais caem em prova e concurso. É a mesma grade dos Resumos do app Espaço Fisioterapia; 3 tópicos são grátis no app, e o texto completo de cada um, com quiz no fim, está lá.
Controle motor e aprendizagem motora
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Como o movimento é organizado e reaprendido.
- 1.Controle motor é a organização do sistema nervoso para resolver o problema dos graus de liberdade e produzir movimento eficiente.
- 2.A teoria dos sistemas dinâmicos é a mais aceita hoje e fundamenta a abordagem orientada à tarefa na reabilitação.
- 3.Aprendizagem motora passa pelos estágios cognitivo, associativo e autônomo, descritos por Fitts e Posner.
- 4.Prática randômica e distribuída favorece retenção e transferência, mesmo prejudicando o desempenho durante o treino.
- 5.Feedback deve ser dosado: excesso de conhecimento de resultado ou performance constante prejudica a aprendizagem autônoma.
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Neuroplasticidade e princípios da reabilitação neurológica
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O que faz o cérebro reorganizar função.
- 1.Neuroplasticidade é a base neurofisiológica que sustenta toda reabilitação neurológica.
- 2.Mecanismos vão do nível sináptico (desmascaramento, potenciação de longa duração) ao cortical (sprouting, remapeamento).
- 3.Os princípios de Kleim e Jones traduzem a plasticidade em regras concretas de prescrição do treino.
- 4.Existe uma janela de maior responsividade pós-lesão, distinta do período crítico do desenvolvimento.
- 5.A prática precisa ser ativa, repetitiva, intensa e saliente para gerar mudança estrutural real.
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Avaliação neurofuncional: tônus, força e coordenação
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O exame que orienta toda a conduta.
- 1.Tônus, força e coordenação formam a tríade que orienta a topografia da lesão e a conduta.
- 2.Ashworth Modificada gradua hipertonia de 0 a 4; o pendular de Wartenberg quantifica espasticidade no quadríceps.
- 3.MRC gradua força de 0 a 5, mas tem efeito teto entre os graus 4 e 5 e não mede função.
- 4.Dedo-nariz, disdiadococinesia e Romberg identificam ataxia e ajudam a diferenciar sua origem.
- 5.O padrão combinado dos três domínios aponta lesão de neurônio motor superior, inferior ou cerebelar.
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Escalas em neurologia
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Ashworth, Fugl-Meyer, Berg e companhia.
- 1.Escalas medem comprometimento, atividade ou incapacidade, em níveis diferentes da CIF.
- 2.A maioria das escalas neurológicas é ordinal, o que muda a forma de analisar e comparar escores.
- 3.Ashworth Modificada avalia tônus pela resistência ao movimento passivo, de 0 a 4, com o grau 1+.
- 4.Fugl-Meyer é o padrão-ouro motor pós-AVC; Berg é o padrão para equilíbrio funcional.
- 5.AIS, EDSS e FSS são escalas de doença específica que complementam as escalas motoras gerais.
AVC: fisiopatologia e quadro clínico
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Territórios vasculares e déficits esperados.
- 1.AVC é isquêmico (mais frequente) ou hemorrágico (intraparenquimatoso ou subaracnóideo)
- 2.ACM: hemiparesia braquiofacial contralateral, podendo cursar com afasia ou heminegligência
- 3.ACA: hemiparesia crural contralateral, abulia e incontinência urinária
- 4.ACP e tronco encefálico: hemianopsia com preservação macular, síndromes cruzadas e sinais cerebelares
- 5.O diagnóstico definitivo exige neuroimagem; o quadro clínico apenas orienta a suspeita topográfica
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AVC: reabilitação na fase aguda e crônica
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O que fazer em cada janela temporal.
- 1.Reabilitação do AVC se organiza em fase aguda, subaguda e crônica, cada uma com objetivo diferente.
- 2.Fase aguda prioriza estabilização clínica, prevenção de complicações, triagem de disfagia e mobilização progressiva.
- 3.Fase subaguda é a janela de maior recuperação espontânea e concentra o treino intensivo e tarefa-específico.
- 4.CIMT, estimulação elétrica funcional e treino de marcha com suporte de peso são pilares da subaguda, e CIMT segue indicada na crônica se os critérios forem preenchidos.
- 5.Fase crônica desloca o foco de reduzir déficit para maximizar função, participação e prevenção secundária.
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Espasticidade e manejo
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Avaliação, tratamento e o que não funciona.
- 1.Espasticidade é sinal positivo da síndrome do neurônio motor superior, velocidade-dependente.
- 2.Ashworth Modificada avalia rápido, mas com baixa resolução e sem separar tônus neural de mecânico.
- 3.Tardieu compara velocidades diferentes e diferencia espasticidade de contratura.
- 4.Toxina botulínica trata espasticidade focal; antiespásticos orais tratam quadro generalizado.
- 5.Fortalecimento e treino funcional não pioram espasticidade; tratar só o número da escala é erro.
Lesão medular: classificação e prognóstico
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ASIA, nível neurológico e expectativa funcional.
- 1.Nível neurológico é o segmento mais caudal com função motora e sensitiva normais nos dois lados.
- 2.ISNCSCI/ASIA testa dermátomos e miótomos-chave, incluindo exame anorretal obrigatório.
- 3.Lesão completa x incompleta é definida pela preservação sacral em S4-S5.
- 4.AIS vai de A a E; síndromes incompletas (centromedular, Brown-Séquard, anterior) têm padrões próprios.
- 5.Prognóstico depende do AIS reavaliado após o choque medular, da ZPP, do nível e da idade.
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Lesão medular: reabilitação funcional
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Independência por nível de lesão.
- 1.Nível neurológico, definido pelo exame ASIA e pela força MRC dos músculos-chave, define o potencial funcional esperado.
- 2.C1 a C4: dependência total, com foco em tecnologia assistiva e controle ambiental.
- 3.C6 traz a tenodese; C7 traz o tríceps e a transferência independente sem prancha.
- 4.Paraplegia: cadeira de rodas independente em toda a faixa torácica; potencial de marcha cresce de T10 para L3 em diante.
- 5.SCIM é a escala padrão de independência na lesão medular; vigilância constante para disreflexia autonômica e pele.
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Parkinson e distúrbios do movimento
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Sinais cardinais e estratégias de treino.
- 1.Bradicinesia é o sinal cardinal obrigatório; tremor de repouso e rigidez são sinais associados, não substitutos.
- 2.Instabilidade postural é o sinal mais tardio, menos responsivo à levodopa e principal preditor de quedas.
- 3.Sinais não motores, como hiposmia, distúrbio do sono REM e constipação, podem preceder o quadro motor em anos.
- 4.Cueing visual, auditivo e cognitivo compensa o déficit do controle automático do movimento pelos núcleos da base.
- 5.Sessões de fisioterapia devem coincidir com o período "on" da medicação, evitando flutuações motoras e discinesias.
Esclerose múltipla e doenças desmielinizantes
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Fadiga, surtos e dosagem de exercício.
- 1.EM é doença desmielinizante autoimune do SNC, com cursos remitente-recorrente, secundária e primária progressiva.
- 2.Fadiga pode ser primária ou secundária, física ou cognitiva, e deve ser rastreada com a FSS.
- 3.Fenômeno de Uhthoff é piora transitória por calor, não configura surto verdadeiro.
- 4.Surto exige sintoma novo por mais de 24 horas sem febre; pseudossurto reverte ao remover o gatilho.
- 5.Exercício aeróbio e resistido é seguro; dosar com controle térmico e monitorização pelo Borg CR10.
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Lesões de nervo periférico e polineuropatias
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Classificação, prognóstico e reabilitação.
- 1.Seddon (3 graus) e Sunderland (5 graus) classificam a gravidade estrutural da lesão nervosa.
- 2.Regeneração axonal ocorre a cerca de 1 mm/dia; lesões mais proximais têm pior prognóstico.
- 3.Polineuropatia é difusa e comprimento-dependente, diferente de mono, radiculo e plexopatia.
- 4.Prognóstico depende de nível, mecanismo, idade, tempo até tratamento e reversibilidade da causa.
- 5.Reabilitação vai da proteção e órtese na fase aguda ao fortalecimento sem fadiga e reeducação sensitiva.
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Métodos e abordagens em neurorreabilitação: Bobath, FNP, Brunnstrom e Rood
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Os métodos clássicos e o que a evidência manteve de cada um.
- 1.Os quatro métodos nasceram do modelo reflexo-hierárquico de controle motor.
- 2.Bobath atual é resolução de problemas, mas sem superioridade comprovada.
- 3.FNP usa diagonais e resistência, e mantém evidência para ADM e força.
- 4.Brunnstrom vale hoje pelos estágios e sinergias, não pelo tratamento.
- 5.Rood tem efeito transitório e serve, no máximo, como adjuvante.
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Afasias, apraxias, agnosias e negligência: síndromes corticais
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O que o paciente não consegue e por que, antes de treinar.
- 1.Antes de treinar, identifique se a falha é de compreensão, praxia ou percepção.
- 2.Afasia e apraxia predominam em lesão esquerda. Negligência grave predomina em lesão direita.
- 3.Na afasia de compreensão, teste a ação e não confie no "sim".
- 4.Na apraxia, use contexto funcional, objeto real e tarefa completa.
- 5.Negligência e anosognosia pioram o prognóstico e exigem supervisão contra quedas.
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Doenças do neurônio motor: ELA e síndrome pós-pólio
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Fraqueza progressiva, prognóstico e os limites do exercício.
- 1.Doenças do neurônio motor poupam a sensibilidade.
- 2.ELA mistura sinais de NMS e NMI, com início espinal ou bulbar.
- 3.VNI, que aumenta a sobrevida, e manejo da tosse são centrais no cuidado respiratório da ELA.
- 4.SPP surge após longa estabilidade e é diagnóstico de exclusão.
- 5.Exercício moderado e submáximo, guiado pela fadiga, nas duas doenças.
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Doenças da junção neuromuscular e miopatias: miastenia gravis, distrofias do adulto e canalopatias
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Fatigabilidade, flutuação ao longo do dia e como dosar o treino.
- 1.Junção e músculo doentes, sensibilidade preservada.
- 2.Miastenia: autoimune, ocular e bulbar, flutua e piora no fim do dia.
- 3.Crise miastênica: monitorar CVF e tosse, saturação cai tarde.
- 4.Distrofias: aeróbico e força submáximos, evitar excêntrico intenso.
- 5.Paralisia periódica: conhecer gatilhos e desaquecer de forma gradual.
Paralisia facial periférica: avaliação e reabilitação
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Bell, Ramsay Hunt e a cinesioterapia mímica.
- 1.Bell é a causa mais comum, idiopática, aguda e de diagnóstico de exclusão.
- 2.Corticoide precoce é a base do tratamento médico; antiviral é controverso.
- 3.House-Brackmann gradua de I a VI; Sunnybrook acompanha sincinesias e evolução.
- 4.Proteger o olho é prioridade desde o primeiro dia.
- 5.Cinesioterapia mímica com espelho é a base; eletroestimulação não é rotina.
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Cefaleias primárias e neuralgia do trigêmeo
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Migrânea, tensional, salvas e os sinais de alarme da cefaleia secundária.
- 1.Primária é a própria doença; secundária é sintoma de outra causa (ICHD-3).
- 2.Migrânea: 4 a 72 h, unilateral, pulsátil, náusea ou foto e fonofobia; aura reversível e gradual.
- 3.Tensional: 30 min a 7 dias, bilateral, em aperto, leve a moderada, sem náusea.
- 4.Salvas e neuralgia do trigêmeo: dor unilateral intensa; tratamento médico, fisio reconhece e encaminha.
- 5.Fisioterapia é coadjuvante na tensional e na migrânea: terapia manual, exercício e educação.
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Epilepsia, crises convulsivas e estado de mal epiléptico
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Classificação das crises, diagnóstico e o que fazer na emergência.
- 1.Crise é evento; epilepsia é predisposição duradoura a crises não provocadas.
- 2.ILAE classifica o início em focal, generalizado ou desconhecido.
- 3.Diagnóstico é clínico, com relato de testemunha; EEG normal não exclui.
- 4.Crise convulsiva acima de 5 minutos é estado de mal epiléptico.
- 5.Na crise: tempo, proteção, nada na boca, sem contenção, decúbito lateral.
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Traumatismo cranioencefálico: classificação, sequelas e reabilitação
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Da escala de Glasgow ao hematoma, com o que o fisioterapeuta precisa reconhecer.
- 1.A lesão primária é do trauma; o tratamento serve para evitar a secundária.
- 2.ECG de 3 a 15; grave é igual ou menor que 8.
- 3.Extradural pode ter intervalo lúcido; subdural crônico é típico do idoso.
- 4.Sequelas cognitivas e comportamentais pesam tanto quanto as motoras.
- 5.A reabilitação acompanha a fase clínica e o nível cognitivo do paciente.
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Infecções do sistema nervoso central: meningites, encefalites e neurocisticercose
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Padrões de líquor, quadro clínico e sequelas que chegam à reabilitação.
- 1.Meningite afeta meninges. Encefalite afeta parênquima, com alteração de consciência e crises.
- 2.Glicose baixa no líquor indica bactéria, tuberculose ou fungo.
- 3.Encefalite herpética atinge o lobo temporal e exige aciclovir empírico.
- 4.Neurocisticercose causa epilepsia (parenquimatosa) e hidrocefalia (extraparenquimatosa).
- 5.Na fase aguda, cabeceira a 30° e evitar manobras que elevem a pressão intracraniana.
Reabilitação vestibular: VPPB, neurite vestibular e doença de Ménière
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Diferenciar vertigem periférica de central e tratar a mais comum.
- 1.Vertigem periférica tem nistagmo unidirecional que diminui com a fixação visual.
- 2.Nistagmo vertical puro, que muda de direção ou ataxia grave exigem descartar causa central.
- 3.VPPB se diagnostica com teste posicional e se trata com manobra de reposicionamento.
- 4.Neurite vestibular pede reabilitação precoce: adaptação, habituação e substituição.
- 5.Supressor vestibular prolongado atrasa a compensação central.
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Ataxias e disfunção cerebelar: avaliação e treino de coordenação
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Dismetria, disdiadococinesia e os exercícios de Frenkel.
- 1.Ataxia é incoordenação sem fraqueza: cerebelar, sensitiva ou vestibular.
- 2.Verme afeta tronco e marcha; hemisférios afetam precisão dos membros.
- 3.Sinais-chave: dismetria, disdiadococinesia, tremor de intenção, rebote e decomposição.
- 4.Frenkel progride de deitado a marcha, lento, preciso, com pistas visuais.
- 5.Treino contínuo de equilíbrio, tronco e marcha mantém ganhos nas degenerativas.
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Alterações da consciência, hidrocefalia de pressão normal e encefalopatias
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Coma estrutural × metabólico, a tríade de Hakim-Adams e as demências rapidamente progressivas.
- 1.Coma exige lesão do SRAA ou disfunção bilateral dos hemisférios.
- 2.Estrutural: sinais focais e pupilas assimétricas. Metabólico: quadro simétrico e pupilas reativas.
- 3.Decorticação indica lesão acima do mesencéfalo. Descerebração indica tronco, com pior prognóstico.
- 4.HPN: tríade de Hakim-Adams, tap test com medida de marcha e tratamento por derivação ventriculoperitoneal.
- 5.Demência rápida pede investigação urgente de causas tratáveis (autoimune, carencial, metabólica).
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