Espaço Fisioterapia

Resumo de Cardiorrespiratória

26 tópicos de Cardiorrespiratória, cada um resumido nos 5 pontos que mais caem em prova e concurso. É a mesma grade dos Resumos do app Espaço Fisioterapia; 3 tópicos são grátis no app, e o texto completo de cada um, com quiz no fim, está lá.

Anatomofisiologia aplicada do sistema cardiorrespiratório

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O essencial para raciocinar na clínica.

  1. 1.Vias aéreas dividem-se em zona de condução (aquece, filtra, umidifica) e zona respiratória (troca gasosa).
  2. 2.Diafragma é o principal músculo inspiratório, inervado pelo nervo frênico (C3-C5).
  3. 3.Coração tem quatro câmaras e quatro valvas; ritmo nasce no nó sinoatrial.
  4. 4.Circulação pulmonar (pequena) tem baixa pressão e resistência; circulação sistêmica (grande) tem pressão bem maior.
  5. 5.Relação V/Q e quimiorreceptores centrais (CO2/pH) e periféricos (O2) explicam a troca gasosa e seu controle.

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Mecânica ventilatória e volumes pulmonares

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Complacência, resistência e volumes.

  1. 1.Ventilação depende de gradientes de pressão (alveolar, pleural, transpulmonar) gerados pelos músculos respiratórios.
  2. 2.Complacência mede distensibilidade (ΔV/ΔP); pulmão e parede torácica se combinam como molas em série.
  3. 3.Resistência das vias aéreas segue a lei de Poiseuille e é maior nos brônquios de médio calibre.
  4. 4.Volumes primários (VC, VRI, VRE, VR) formam as capacidades (CI, CRF, CV, CPT).
  5. 5.Trabalho respiratório soma componente elástico (complacência) e resistivo (resistência das vias aéreas).

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Avaliação: ausculta, sinais vitais e oximetria

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O exame à beira do leito.

  1. 1.Sinais vitais (FC, FR, PA e temperatura) vêm antes da ausculta e definem a urgência do exame.
  2. 2.Inspeção, palpação e percussão direcionam onde a ausculta vai precisar de mais atenção.
  3. 3.Ausculta pulmonar é sempre bilateral e comparativa, do ápice à base.
  4. 4.Ausculta cardíaca segue os focos aórtico, pulmonar, Erb, tricúspide e mitral.
  5. 5.Oximetria estima oxigenação, tem limitações técnicas e não substitui a gasometria arterial.

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Espirometria e testes de função pulmonar

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Padrão obstrutivo × restritivo.

  1. 1.Espirometria classifica o distúrbio ventilatório em obstrutivo, restritivo ou misto.
  2. 2.VEF1/CVF reduzida define obstrução; VEF1 cai desproporcionalmente à CVF.
  3. 3.Restrição verdadeira exige CPT reduzida, medida por pletismografia, não só CVF baixa na espirometria.
  4. 4.Causas restritivas se dividem em parenquimatosas e extraparenquimatosas, diferenciadas pela DLCO.
  5. 5.Qualidade da manobra (aceitabilidade e reprodutibilidade) é pré-requisito para confiar no resultado.

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Testes de capacidade funcional

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TC6, teste de degrau e ergoespirometria.

  1. 1.TC6 avalia capacidade funcional submáxima em corredor padronizado de 30 metros por 6 minutos
  2. 2.Teste do degrau substitui o TC6 quando não há espaço físico para o corredor
  3. 3.Ergoespirometria é o teste padrão-ouro, com medida direta de VO2 por análise de gases
  4. 4.Ergoespirometria diferencia origem cardíaca, ventilatória ou muscular periférica da limitação
  5. 5.Contraindicações cardiovasculares absolutas devem ser triadas antes de qualquer teste máximo

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Insuficiência cardíaca e coronariopatias

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Fisiopatologia e implicações para o exercício.

  1. 1.IC é síndrome clínica de disfunção estrutural ou funcional que reduz o débito ou eleva pressões de enchimento.
  2. 2.Mecanismos compensatórios (Frank-Starling, SRAA, sistema simpático) tornam-se deletérios cronicamente e geram remodelamento ventricular.
  3. 3.DAC evolui de aterosclerose estável, com angina reprodutível, a placa instável, com síndrome coronariana aguda.
  4. 4.A isquemia miocárdica depende do equilíbrio entre oferta e demanda de oxigênio, refletido pelo duplo produto.
  5. 5.Na prescrição de exercício, sinais de alarme como queda de PA e dor anginosa valem mais que a frequência cardíaca isolada.

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Pós-operatório de cirurgia cardíaca

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Condutas por fase e precauções esternais.

  1. 1.Esternotomia mediana gera restrições de braço que a via minimamente invasiva não exige.
  2. 2.Atelectasia, arritmia e disfunção diafragmática são as intercorrências mais comuns do pós-operatório.
  3. 3.Nenhuma mobilização começa sem checar hemodinâmica, ritmo, drenos e dor.
  4. 4.A progressão vai de sedestação a deambulação, com mobilização precoce como prioridade sobre manobras passivas no leito.
  5. 5.Precauções esternais protegem o osso, mas amplitude de ombro deve ser preservada para evitar capsulite adesiva.

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DPOC e asma

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Manejo fisioterapêutico das obstrutivas.

  1. 1.DPOC tem obstrução não totalmente reversível; asma tem obstrução variável e geralmente reversível.
  2. 2.mMRC e CAT avaliam dispneia e impacto funcional na DPOC; o Teste de Caminhada de 6 Minutos mede capacidade funcional.
  3. 3.Reabilitação pulmonar, com treino aeróbico, fortalecimento e educação, é o eixo da conduta na doença estável.
  4. 4.Respiração com lábios semicerrados e posições de conforto aliviam a dispneia; a diafragmática exige individualização.
  5. 5.Na crise asmática, priorizar a reversão farmacológica e reconhecer sinais de gravidade antes de mobilizar.

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Pneumonias e doenças restritivas

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Quadro clínico e conduta.

  1. 1.Pneumonia é infecção aguda do parênquima pulmonar, classificada pelo local de aquisição (PAC, hospitalar, PAV, aspirativa).
  2. 2.Quadro clássico: febre, tosse produtiva, dor pleurítica e taquipneia; no idoso, pode ser atípico e sem febre.
  3. 3.Doença restritiva é a redução da capacidade pulmonar total por queda da complacência; a espirometria sugere o padrão, mas a confirmação depende da capacidade pulmonar total.
  4. 4.Causas se dividem em parenquimatosas (intersticiais) e extraparenquimatosas (neuromusculares, torácicas, pleurais).
  5. 5.Conduta: reexpansão e mobilização precoce na fase aguda; treino muscular e reabilitação pulmonar na cronicidade.

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Técnicas de higiene brônquica e reexpansão

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Escolha da técnica pelo objetivo.

  1. 1.Higiene brônquica remove secreção; reexpansão trata o colapso alveolar da atelectasia.
  2. 2.Manobras manuais e drenagem postural têm contraindicações mecânicas e hemodinâmicas específicas.
  3. 3.AFE, TEF, ELTGOL e ACBT dependem do controle voluntário do fluxo expiratório do paciente.
  4. 4.PEP, Flutter e Acapella exigem expiração ativa; cough assist não depende dessa cooperação.
  5. 5.Reexpansão usa inspirometria de incentivo, breath stacking, hiperinsuflação manual e posicionamento conforme o caso.

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Oxigenoterapia e ventilação não invasiva

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Indicações, interfaces e ajustes.

  1. 1.Oxigenoterapia corrige hipoxemia, não trata dispneia isolada, e hiperoxia deve ser evitada.
  2. 2.Interfaces de baixo fluxo (cateter, máscara simples, máscara com reservatório) têm FiO2 variável e imprevisível.
  3. 3.Máscara de Venturi e CNAF entregam FiO2 controlada; o CNAF ainda soma aquecimento, umidificação e PEEP discreto.
  4. 4.VNI (CPAP/BiPAP) tem maior evidência em DPOC exacerbada com acidose e em edema agudo de pulmão cardiogênico.
  5. 5.Reavaliação em 1-2 horas define sucesso ou falha da VNI, e sinais de falha não devem atrasar a intubação.

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Reabilitação cardiopulmonar: fases e prescrição

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Do leito ao programa ambulatorial.

  1. 1.Reabilitação cardiopulmonar integra treino físico, educação, controle de risco e suporte psicossocial.
  2. 2.Fase I ocorre no hospital e foca em mobilização precoce, não em condicionamento.
  3. 3.Fase II é o treinamento estruturado ambulatorial, com monitorização e prescrição pelo FITT.
  4. 4.Fases III e IV reduzem a supervisão até a manutenção autônoma na comunidade.
  5. 5.Reabilitação pulmonar é um programa ambulatorial único, sem a etapa hospitalar formal da cardíaca.

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Imagem do tórax para o fisioterapeuta: radiografia e tomografia

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Ler consolidação, atelectasia e derrame no RX e na TC.

  1. 1.Opacidade no RX é ar substituído por líquido, pus ou células, ou ar perdido por colapso.
  2. 2.Consolidação mantém o volume e costuma ter broncograma aéreo.
  3. 3.Atelectasia reduz o volume e puxa as estruturas para a lesão.
  4. 4.Derrame obedece à gravidade: menisco em pé, velamento difuso deitado.
  5. 5.TC separa líquido de pulmão e mostra vidro fosco e atelectasia dependente.

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Sintomas respiratórios: tosse, hemoptise, tabagismo e cessação

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Classificar a tosse, pesar a hemoptise e orientar a cessação do tabaco.

  1. 1.Tosse eficaz exige inspiração profunda, fechamento glótico e força expiratória.
  2. 2.Na tosse crônica do não fumante, pense em vias aéreas superiores, asma e refluxo, e também em IECA.
  3. 3.Hemoptise grave é definida pela repercussão (asfixia), não por um volume único.
  4. 4.Fagerström mede dependência, e o tempo até o primeiro cigarro é o item de maior peso.
  5. 5.Abordagem breve (5 As ou PAAPA) é dever do fisioterapeuta, e a medicação é prescrição médica.

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Hipertensão arterial sistêmica

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Classificação, metas e o papel do exercício.

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Eletrocardiograma, arritmias e marcapasso

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O básico de ECG e o que cada arritmia muda na sessão.

  1. 1.O ECG mostra atividade elétrica, não força de contração: avalie sempre o paciente.
  2. 2.Ritmo sinusal: P antes de cada QRS, P positiva em DII, 60 a 100 bpm.
  3. 3.Com betabloqueador, FA ou marcapasso fixo, dose o exercício pela escala de Borg.
  4. 4.TV com pulso: interrompa e acione a equipe. TV sem pulso e FV: RCP e desfibrilação.
  5. 5.Com CDI, mantenha a FC do treino abaixo da frequência de corte programada.

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Valvopatias, febre reumática cardíaca e cardiopatias congênitas

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Lesões estruturais e o que evitar na reabilitação.

  1. 1.Estenose gera sobrecarga de pressão. Insuficiência gera sobrecarga de volume.
  2. 2.Febre reumática pós-estreptocócica lesa principalmente a valva mitral.
  3. 3.Profilaxia secundária reumática: penicilina benzatina periódica.
  4. 4.Acianóticas: CIA, CIV, PCA e coarctação. Cianóticas: Fallot e transposição.
  5. 5.Na reabilitação, a conduta depende da lesão: na estenose aórtica, evite Valsalva e isometria intensa; na estenose mitral, evite taquicardia.

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Doenças vasculares periféricas: DAOP e trombose venosa

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Claudicação, úlceras e a profilaxia da TVP.

  1. 1.DAOP é aterosclerose: falta sangue chegando, e o tabagismo é o principal fator de risco.
  2. 2.Fontaine: I assintomático, II claudicação, III dor em repouso, IV úlcera ou gangrena.
  3. 3.Na DAOP, a caminhada supervisionada até dor moderada é tratamento de primeira linha.
  4. 4.Elevação e compressão servem na doença venosa; na arterial, cuidado com ambas.
  5. 5.Profilaxia de TVP: mobilização precoce, bomba de panturrilha e compressão quando indicada.

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Doenças pleurais e trauma torácico: derrame, pneumotórax e drenagem

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Da toracocentese ao dreno: o que muda quando o problema está na pleura.

  1. 1.Ar, líquido ou sangue na pleura anulam a pressão negativa e geram restrição.
  2. 2.Derrame: transudato por pressão, exsudato por doença pleural; Light diferencia.
  3. 3.Toracocentese retira líquido; retirada rápida demais causa edema de reexpansão.
  4. 4.Tórax instável: paradoxo respiratório; a hipoxemia vem da contusão pulmonar.
  5. 5.Paciente drenado deve expandir, tossir com contenção e deambular cedo.

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Tromboembolismo pulmonar e hipertensão pulmonar

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Suspeitar, confirmar e reabilitar com segurança.

  1. 1.TEP vem quase sempre de TVP e mata por falência aguda do VD.
  2. 2.Dispneia súbita, taquicardia e queda de SpO2 ao mobilizar: pare e acione a equipe.
  3. 3.Risco do TEP se define pela hemodinâmica e por marcadores de VD; alto risco (instável) indica trombólise.
  4. 4.HP tem 5 grupos; o grupo 2 (cardíaco esquerdo) é o mais comum.
  5. 5.Exercício supervisionado, leve a moderado, sem Valsalva, é indicado na HP estável.

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Tuberculose e infecções pulmonares supurativas

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TB, abscesso e aspiração: o que reconhecer e como se proteger.

  1. 1.TB transmite por aerossol; a forma extrapulmonar, exceto laríngea, em geral não transmite.
  2. 2.Diagnóstico: baciloscopia, teste rápido molecular e cultura; PPD e IGRA indicam infecção.
  3. 3.Esquema básico de 6 meses (2 RIPE + 4 RH), com TDO e notificação compulsória.
  4. 4.Aspiração: risco em rebaixamento de consciência e disfagia; prevenir com cabeceira a 30 a 45 graus.
  5. 5.Abscesso: higiene brônquica só com tosse eficaz e sem hemoptise ativa.

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Bronquiectasias e fibrose cística

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Vias aéreas dilatadas e muco espesso: o paciente que mais precisa de higiene brônquica.

  1. 1.Bronquiectasia é dilatação brônquica irreversível com tosse produtiva crônica.
  2. 2.Formas de Reid: cilíndrica, varicosa e cística (a mais grave).
  3. 3.FC: canal de cloreto defeituoso, muco desidratado e doença multissistêmica.
  4. 4.Higiene brônquica é diária e para a vida toda; a técnica certa é a que o paciente adere.
  5. 5.Na FC, segregar pacientes e higienizar dispositivos por risco de Pseudomonas e Burkholderia.

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Distúrbios respiratórios do sono

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Apneia obstrutiva, apneia central e hipoventilação da obesidade.

  1. 1.AOS é colapso da faringe no sono com esforço mantido.
  2. 2.Polissonografia tipo I é o padrão-ouro; questionário só rastreia.
  3. 3.CPAP é primeira linha na AOS moderada a grave e sintomática.
  4. 4.Cheyne-Stokes é central, em crescendo e decrescendo, típico da IC.
  5. 5.SHO une obesidade e hipercapnia diurna; trata com CPAP ou BiPAP.

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Insuficiência respiratória aguda e edema pulmonar

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Hipoxêmica, hipercápnica e a diferença entre edema cardiogênico e não cardiogênico.

  1. 1.Tipo I é falha do pulmão (oxigenação). Tipo II é falha da bomba (ventilação).
  2. 2.Na hipercapnia, a acidose define a gravidade. Bicarbonato alto indica componente crônico.
  3. 3.Edema cardiogênico melhora com Fowler, CPAP ou VNI e tratamento da causa cardíaca.
  4. 4.SDRA pede ventilação protetora com 6 mL/kg de peso predito e prona se PaO2/FiO2 abaixo de 150.
  5. 5.Retentor crônico de CO2: oxigênio titulado, com alvo de SpO2 entre 88 e 92%.

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Fisioterapia no pré e pós-operatório de cirurgia abdominal e torácica

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Risco pulmonar cirúrgico e como reduzir complicações.

  1. 1.Atelectasia é a CPP mais frequente.
  2. 2.Quanto mais perto do diafragma a incisão, maior o risco.
  3. 3.Ressecção pulmonar exige VEF1 e DLCO previstos pós-operatórios.
  4. 4.Pré-operatório: educar, treinar musculatura inspiratória e parar de fumar.
  5. 5.Pós-operatório: analgesia, mobilização precoce e expansão pulmonar.

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COVID-19: fisiopatologia, gravidade e fisioterapia nas fases aguda e pós-aguda

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Classificação do Ministério da Saúde, protocolos da ASSOBRAFIR e sequelas funcionais.

  1. 1.O vírus entra pela ECA2 e causa doença sistêmica, com lesão alveolar e endotelial.
  2. 2.Hipercoagulabilidade aumenta o risco de TVP e tromboembolismo.
  3. 3.MS divide em SG e SRAG; gravidade em leve, moderado, grave e crítico.
  4. 4.ASSOBRAFIR: EPI para aerossol, filtros, VM protetora, prona e mobilização precoce.
  5. 5.Pós-COVID: fadiga, dispneia, fraqueza, cognição e saúde mental; rastrear mal-estar pós-esforço.

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Resumo de Cardiorrespiratória para prova e concurso