Distúrbios respiratórios do sono
Apneia obstrutiva, apneia central e hipoventilação da obesidade.
Cardiorrespiratória · 7 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026
Resumo em 5 pontos
- 1AOS é colapso da faringe no sono com esforço mantido.
- 2Polissonografia tipo I é o padrão-ouro; questionário só rastreia.
- 3CPAP é primeira linha na AOS moderada a grave e sintomática.
- 4Cheyne-Stokes é central, em crescendo e decrescendo, típico da IC.
- 5SHO une obesidade e hipercapnia diurna; trata com CPAP ou BiPAP.
O que cai na prova
- Obstrutiva x central: na obstrutiva há esforço respiratório sem fluxo. Na central não há esforço.
- Gravidade pelo IAH: leve de 5 a 14, moderada de 15 a 29 e grave a partir de 30 eventos por hora.
- Critério da SHO: IMC de 30 ou mais com PaCO2 de 45 mmHg ou mais em vigília, excluídas outras causas.
- ASV na IC: contraindicada na fração de ejeção reduzida com apneia central predominante (SERVE-HF).
- Oxigênio na SHO: isolado pode piorar a hipercapnia. A base é a pressão positiva.
Começo do resumo
Apneia obstrutiva do sono: conceito e fisiopatologia
A apneia obstrutiva do sono (AOS) é o colapso repetitivo, total ou parcial, da via aérea superior durante o sono. O esforço respiratório continua: tórax e abdome se movem, mas o ar não passa ou passa pouco.
O ponto crítico é a faringe, um tubo sem suporte ósseo cuja abertura depende do tônus dos músculos dilatadores. O principal é o genioglosso, auxiliado por outros músculos da região hióidea, como o gênio-hióideo.
No sono, esse tônus cai e a pressão negativa da inspiração, gerada pelo diafragma, favorece o colapso.
Cada evento segue um ciclo previsível:
O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.
O que tem no resumo completo
- Apneia obstrutiva do sono: conceito e fisiopatologia
- Diagnóstico e classificação
- Apneia central do sono
- Síndrome de hipoventilação da obesidade
- Tratamento da AOS e papel do fisioterapeuta