Espaço Fisioterapia

Pós-operatório de cirurgia cardíaca

Condutas por fase e precauções esternais.

Cardiorrespiratória · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Esternotomia mediana gera restrições de braço que a via minimamente invasiva não exige.
  2. 2Atelectasia, arritmia e disfunção diafragmática são as intercorrências mais comuns do pós-operatório.
  3. 3Nenhuma mobilização começa sem checar hemodinâmica, ritmo, drenos e dor.
  4. 4A progressão vai de sedestação a deambulação, com mobilização precoce como prioridade sobre manobras passivas no leito.
  5. 5Precauções esternais protegem o osso, mas amplitude de ombro deve ser preservada para evitar capsulite adesiva.

O que cai na prova

Começo do resumo

Contexto cirúrgico e vias de acesso

As cirurgias cardíacas mais realizadas são a revascularização do miocárdio e as trocas ou plastias valvares. A via de acesso clássica para ambas é a esternotomia mediana, que oferece exposição direta do coração, mas deixa uma ferida óssea instável nas primeiras semanas de recuperação.

Acessos minimamente invasivos, como a minitoracotomia e a cirurgia cardíaca robótica, vêm ganhando espaço e mudam a lógica da reabilitação: sem esterno seccionado, as restrições de membro superior praticamente deixam de existir. Saber qual via foi usada é o primeiro dado a checar antes de definir qualquer conduta.

Pacientes submetidos à troca valvar mecânica costumam iniciar anticoagulação oral, o que pode influenciar decisões sobre intensidade de exercício e risco de sangramento nos primeiros dias, algo que vale a pena checar na evolução médica antes da sessão.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

Pós-operatório de cirurgia cardíaca em 5 pontos | Cardiorrespiratória