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Doenças pleurais e trauma torácico: derrame, pneumotórax e drenagem

Da toracocentese ao dreno: o que muda quando o problema está na pleura.

Cardiorrespiratória · 8 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Ar, líquido ou sangue na pleura anulam a pressão negativa e geram restrição.
  2. 2Derrame: transudato por pressão, exsudato por doença pleural; Light diferencia.
  3. 3Toracocentese retira líquido; retirada rápida demais causa edema de reexpansão.
  4. 4Tórax instável: paradoxo respiratório; a hipoxemia vem da contusão pulmonar.
  5. 5Paciente drenado deve expandir, tossir com contenção e deambular cedo.

O que cai na prova

Começo do resumo

Pleura aplicada: por que o pulmão colapsa

A pleura visceral reveste o pulmão e a pleura parietal reveste a parede torácica, o diafragma e o mediastino. Entre elas existe um espaço virtual com uma película mínima de líquido, que permite o deslizamento e mantém as duas folhas acopladas.

O pulmão tende a retrair (recolhimento elástico) e a caixa torácica tende a expandir. Essa oposição gera a pressão pleural negativa, que mantém o pulmão aberto. Tudo o que ocupa o espaço pleural desfaz esse acoplamento:

  • Líquido: derrame pleural (transudato, exsudato, empiema, quilotórax).
  • Sangue: hemotórax.
  • Ar: pneumotórax.

O resultado comum é um distúrbio ventilatório restritivo: o pulmão subjacente colapsa (atelectasia passiva ou compressiva), a complacência cai e surgem dispneia, taquipneia e hipoxemia. A diferença entre os quadros está no que ocupa o espaço e em como retirar.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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