Resumo de Anatomia
23 tópicos de Anatomia, cada um resumido nos 5 pontos que mais caem em prova e concurso. É a mesma grade dos Resumos do app Espaço Fisioterapia; 10 tópicos são grátis no app, e o texto completo de cada um, com quiz no fim, está lá.
Termos, planos, eixos e posição anatômica
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A linguagem que descreve movimento sem ambiguidade.
- 1.Posição anatômica é o referencial universal: em pé, palmas para frente, pés paralelos.
- 2.Três planos: sagital, frontal e transverso, sempre perpendiculares entre si.
- 3.Três eixos: frontal, sagital e longitudinal, cada um perpendicular ao plano do movimento correspondente.
- 4.Termos de posição (superior/inferior, medial/lateral, proximal/distal) descrevem localização sem ambiguidade.
- 5.Flexão/extensão, abdução/adução e rotação medial/lateral são os movimentos básicos ligados a cada eixo.
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Sistema esquelético: tipos de osso, estrutura e crescimento
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Como o osso é feito, como cresce e como responde à carga.
- 1.Matriz óssea = colágeno tipo I (tração/flexibilidade) + hidroxiapatita (compressão/rigidez); osteoblasto forma, osteócito sente a carga, osteoclasto reabsorve.
- 2.Ossos classificam-se por forma: longos (úmero, rádio, ulna, fêmur, metacarpos, falanges), curtos (carpo, navicular), planos, irregulares (mandíbula) e sesamoides; o hioide é o único que não se articula com nenhum outro osso.
- 3.Osso compacto forma a cortical e a diáfise; osso esponjoso (trabecular) predomina nas epífises, tem maior superfície e maior atividade metabólica; a unidade do compacto é o ósteon (sistema de Havers).
- 4.Ossificação intramembranosa forma osso direto do mesênquima (ossos planos do crânio, mandíbula); ossificação endocondral substitui um molde de cartilagem hialina (maioria dos ossos longos) e sustenta o crescimento pela placa epifisária.
- 5.A remodelação óssea contínua ocorre por ação acoplada de osteoclastos e osteoblastos e é influenciada pela carga mecânica. Essa adaptação funcional é tradicionalmente relacionada à Lei de Wolff e mediada pela mecanotransdução dos osteócitos.
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Articulações: classificação, estrutura e amplitude
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Do que cada tipo de articulação é capaz — e por quê.
- 1.Classificação estrutural: fibrosa, cartilaginosa e sinovial, conforme o tecido que une os ossos.
- 2.Classificação funcional: sinartrose (imóvel), anfiartrose (pouco móvel) e diartrose (livre), conforme a amplitude permitida.
- 3.A articulação sinovial tem cápsula, membrana sinovial, líquido sinovial e cartilagem hialina como estruturas centrais.
- 4.O formato da superfície articular define o número de eixos de movimento, de plana (deslizamento) a esferóidea (três eixos).
- 5.A amplitude real depende da congruência óssea, da cápsula, dos ligamentos e da extensibilidade muscular, não só do formato.
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Sistema muscular e tecido conjuntivo
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Músculo, tendão, ligamento e fáscia: estrutura e função.
- 1.O músculo esquelético é organizado hierarquicamente em fibra, miofibrila e sarcômero, envolto por endomísio, perimísio e epimísio, que se continuam com o tendão.
- 2.A contração segue o deslizamento de filamentos e pode ser isométrica, concêntrica ou excêntrica; a excêntrica gera mais tensão e mais microlesão.
- 3.Tendão liga músculo a osso e transmite força e apresenta propriedades viscoelásticas que permitem armazenar e devolver energia; ligamento liga osso a osso, estabiliza a articulação e tem papel proprioceptivo relevante.
- 4.Ligamentos intra-articulares cicatrizam pior que extra-articulares; a remodelação do tecido conjuntivo denso é descrita pela Lei de Davis, análoga à Lei de Wolff do osso.
- 5.Espasmo (contração ativa reversível) e contratura (encurtamento estrutural adaptativo) são conceitos distintos e frequentemente confundidos.
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Sistema nervoso: organização central e periférica
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O mapa que sustenta todo exame neurológico.
- 1.SNC (encéfalo e medula) e SNP (nervos cranianos, espinais, gânglios) se distinguem por prognóstico: central tem capacidade de regeneração funcional limitada, periférico pode regenerar via célula de Schwann.
- 2.O comando motor voluntário depende de dois neurônios em série — motor superior, do córtex ao trato corticoespinal, e motor inferior, do corno anterior ou núcleo de par craniano ao nervo periférico — e é essa cadeia que define o padrão de sinais na lesão.
- 3.Lesão de neurônio motor superior: hipertonia espástica, hiper-reflexia, Babinski presente. Lesão de neurônio motor inferior: flacidez, hiporreflexia ou arreflexia, atrofia precoce, fasciculações — mas lembre da fase de choque espinal logo após uma lesão medular aguda, e do período inicial de flacidez que também pode ocorrer em AVC agudo.
- 4.Vias sensitivas cruzam em níveis diferentes: coluna dorsal-lemnisco medial cruza no bulbo (tato e propriocepção), espinotalâmica cruza perto da entrada medular (dor e temperatura) — por isso lesões incompletas geram padrões dissociados.
- 5.Dermátomo, miótomo e esclerótomo mapeiam por raiz nervosa; o território de um nervo periférico mapeia por nervo isolado — usar o mapa errado é o erro mais comum na localização clínica de uma lesão.
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Sistemas circulatório e respiratório: anatomia aplicada
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O que o fisioterapeuta precisa saber dos dois sistemas.
- 1.O coração tem 4 câmaras e 4 valvas (tricúspide, mitral, pulmonar, aórtica); o ictus cordis normal fica no 5º espaço intercostal esquerdo, linha hemiclavicular.
- 2.Pequena circulação: ventrículo direito → pulmões → átrio esquerdo. Grande circulação: ventrículo esquerdo → corpo → átrio direito. Artéria e veia pulmonar têm nomenclatura invertida quanto ao teor de O2 em relação às demais.
- 3.Pulmão direito tem 3 lobos e 2 fissuras; esquerdo tem 2 lobos, 1 fissura e a língula. O brônquio principal direito é mais curto, largo e vertical — maior risco de aspiração e intubação seletiva.
- 4.Os focos de ausculta cardíaca seguem o trajeto do fluxo sanguíneo, não a posição anatômica das valvas; a ausculta pulmonar exige conhecer a projeção de superfície de cada lobo.
- 5.O retorno venoso dos membros depende de válvulas e da bomba muscular da panturrilha — base racional para prevenção de TVP com mobilização precoce e exercícios de tornozelo.
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Ombro e cintura escapular
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Quatro articulações trabalhando como uma só.
- 1.O ombro é um complexo de quatro articulações — esternoclavicular, acromioclavicular, glenoumeral e escapulotorácica — que se movem de forma acoplada, nunca isoladamente.
- 2.A esternoclavicular liga o membro superior ao esqueleto axial; na acromioclavicular, os ligamentos AC controlam a estabilidade horizontal e os coracoclaviculares (trapezoide/conoide) controlam a vertical.
- 3.A glenoumeral é a articulação mais móvel do corpo por ter pouco encaixe ósseo; sua estabilidade depende do lábio glenoidal, da cápsula/ligamentos glenoumerais e do manguito rotador (supraespinhal, infraespinhal, redondo menor, subescapular).
- 4.O ritmo escapuloumeral (~2:1 entre glenoumeral e escapulotorácica) e a ação do serrátil anterior/trapézio mantêm a escápula como base estável para o úmero; falhas nesse controle geram escápula alada e disfunções subacromiais.
- 5.No exame, combine testes especiais (Neer, Hawkins-Kennedy, Yocum, arco doloroso, apreensão) em vez de confiar em um isolado, e diferencie capsulite adesiva (perda ativa e passiva) de lesão do manguito rotador (perda predominantemente ativa).
Braço e cotovelo
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Estruturas do braço e a mecânica do cotovelo.
- 1.O úmero (tróclea + capítulo), a ulna (incisura troclear + olécrano) e o rádio proximal (cabeça) formam o complexo articular do cotovelo: umeroulnar, umerorradial e radioulnar proximal.
- 2.Compartimento anterior do braço (bíceps, braquial, coracobraquial) flexiona e é inervado principalmente pelo musculocutâneo; compartimento posterior (tríceps, ancôneo) estende e é inervado pelo radial.
- 3.O nervo radial no sulco espiral do úmero e o nervo ulnar posterior ao epicôndilo medial são os dois pontos de vulnerabilidade neural mais cobrados da região.
- 4.Epicondilite lateral (tenista, extensores) é mais frequente que a medial (golfista, flexopronadores); ambas são tendinopatias de sobrecarga, não processos inflamatórios agudos clássicos.
- 5.Ligamento colateral ulnar resiste ao valgo (essencial em arremessadores) e ligamento colateral radial resiste ao varo; junto da congruência óssea da tróclea, garantem a estabilidade do cotovelo.
Antebraço, punho e mão
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Compartimentos, túneis e a anatomia funcional da preensão.
- 1.Compartimento anterior do antebraço é majoritariamente mediano (exceto flexor ulnar do carpo e metade medial do flexor profundo dos dedos, que são ulnares); compartimento posterior é inteiramente radial.
- 2.Túnel do carpo conduz nove tendões flexores mais o nervo mediano sob o retináculo flexor; o nervo e a artéria ulnares seguem separadamente pelo canal de Guyon, entre pisiforme e hâmulo do hamato.
- 3.O retináculo dos extensores organiza seis compartimentos dorsais independentes; os compartimentos um e três delimitam a tabaqueira anatômica, sobre o escafoide e o trapézio.
- 4.Intrínsecos: tenar e dois lumbricais radiais são medianos; hipotenar, interósseos, adutor do polegar e dois lumbricais ulnares são ulnares (DAB-PAD para os interósseos).
- 5.Pega de força depende do efeito tenodese (extensão de punho pelos extensores/radial); pega de precisão depende da oposição do polegar (tenar/mediano); lesão ulnar distal produz garra mais evidente que lesão proximal.
Plexo braquial e inervação do membro superior
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Do tronco à ponta do dedo: como o plexo se organiza.
- 1.O plexo tem cinco níveis: raízes, troncos, divisões, fascículos e ramos terminais.
- 2.Colaterais como torácico longo, dorsal da escápula e supraescapular ajudam a localizar lesões proximais.
- 3.Os cinco ramos terminais principais são musculocutâneo, mediano, ulnar, radial e axilar.
- 4.Erb-Duchenne (C5-C6) e Klumpke (C8-T1) são os dois padrões clássicos de lesão traumática do plexo.
- 5.Teste de estiramento do plexo, sinal de Tinel e classificação de Seddon orientam a avaliação clínica.
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Quadril e coxa
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A articulação mais estável do corpo e sua musculatura.
- 1.O quadril é uma enartrose entre a cabeça do fêmur e o acetábulo (ílio + ísquio + púbis), aprofundado pelo lábio acetabular.
- 2.É a articulação mais estável do corpo por congruência óssea, selo labral com pressão negativa, ligamentos capsulares (iliofemoral, pubofemoral, isquiofemoral) e grande massa muscular periarticular.
- 3.A musculatura se organiza em cinco grupos funcionais: flexores (iliopsoas), extensores (glúteo máximo, isquiotibiais), abdutores (glúteo médio/mínimo), adutores (grupo medial da coxa) e rotadores laterais (seis pequenos rotadores).
- 4.As afecções mais cobradas são bursite trocantérica/síndrome da dor lateral do quadril, bursite isquiática, pubalgia, impacto femoroacetabular e o par instabilidade x contratura como extremos opostos.
- 5.Patrick (Fabere) é o teste de triagem central, mas não diferencia sozinho quadril de sacroilíaca — a localização da dor é que orienta o raciocínio.
Joelho e perna
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Ligamentos, meniscos e o mecanismo extensor.
- 1.LCA impede translação anterior da tíbia; lesão costuma ser sem contato, em valgo e rotação.
- 2.LCP impede translação posterior da tíbia; lesão típica é o trauma direto na tíbia proximal fletida.
- 3.LCM funde-se ao menisco medial; LCL não se funde ao menisco lateral.
- 4.A vascularização do menisco (vermelha-vermelha, vermelha-branca, branca-branca) define o potencial de reparo.
- 5.O mecanismo extensor liga quadríceps, patela e tendão patelar; sua lesão gera extensor lag.
Tornozelo e pé
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Arcos, retináculos e as articulações do retropé.
- 1.Talocrural faz flexão plantar/dorsiflexão; subtalar faz inversão/eversão — não confunda as duas.
- 2.LTFA é o mais lesado nas entorses (flexão plantar + inversão); LCF cruza talocrural e subtalar; sindesmose lesada gera a "entorse alta", mais grave e mais lenta.
- 3.Arco longitudinal medial (tálus como chave), lateral (cubóide como chave) e transverso sustentam-se por osso, ligamentos (ligamento em mola) e músculos; o windlass eleva o arco na extensão do hálux durante a propulsão.
- 4.Retináculo flexor forma o túnel do tarso (tibial posterior, flexor longo dos dedos, vasos tibiais posteriores, nervo tibial, flexor longo do hálux); sua compressão nervosa é a síndrome do túnel do tarso.
- 5.Coleman Block Test diferencia varo de retropé flexível de rígido; gaveta anterior avalia LTFA; SEBT é usado no retorno ao esporte pós-entorse.
Plexo lombossacral e inervação do membro inferior
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Raízes, troncos e os nervos que você testa na prática.
- 1.Plexo lombar (T12-L4) origina femoral e obturatório; plexo sacral (L4-S4) origina o isquiático.
- 2.Nervo femoral: extensão de joelho, sensibilidade anteromedial da coxa e perna via nervo safeno.
- 3.Nervo isquiático se divide em tibial (flexão plantar) e fibular comum (dorsiflexão).
- 4.Reflexos patelar (L3-L4) e aquileu (S1-S2) localizam o nível radicular comprometido.
- 5.Compressão do fibular comum na cabeça da fíbula é causa clássica de pé caído.
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Coluna vertebral: vértebras, discos e ligamentos
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Anatomia regional da coluna e o que muda em cada segmento.
- 1.Vértebra típica: corpo + arco vertebral (pedículos e lâminas) + processos, delimitando o forame vertebral.
- 2.Curvaturas primárias (torácica e sacral) são cifóticas; secundárias (cervical e lombar) são lordóticas.
- 3.Cada região tem marca própria: forame transverso na cervical, faceta costal na torácica, corpo grande sem forame na lombar.
- 4.Disco intervertebral: núcleo pulposo + anel fibroso, avascular, hérnia mais comum póstero-lateral em L4-L5 e L5-S1.
- 5.Ligamento longitudinal anterior limita extensão; posterior limita flexão e é estreito na lombar; amarelo é elástico e liga lâminas.
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Musculatura do tronco e parede abdominal
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Camadas, inserções e função estabilizadora.
- 1.Quatro camadas da parede anterolateral: oblíquo externo, oblíquo interno, transverso do abdome e reto abdominal.
- 2.Bainha do reto e linha alba formadas pelas aponeuroses dos três músculos planos, com transição na linha arqueada.
- 3.Eretores da espinha, multífido e quadrado lombar sustentam a parede posterior, ancorados na fáscia toracolombar.
- 4.O "core" funciona como cilindro: diafragma, assoalho pélvico, transverso do abdome e multífido gerando pressão intra-abdominal.
- 5.Diástase e pubalgia são as aplicações clínicas mais cobradas envolvendo o reto abdominal e sua êntese púbica.
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Tórax, diafragma e mecânica ventilatória
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Como a caixa torácica se move na inspiração e na expiração.
- 1.Tórax ósseo: esterno, 12 pares de costelas (típicas 3ª-9ª, atípicas 1ª,2ª,10ª,11ª,12ª) e T1-T12.
- 2.Diafragma é o principal músculo inspiratório, com três porções e inervação pelo nervo frênico (C3-C5).
- 3.Inspiração combina descida do diafragma (diâmetro vertical) com braço de bomba (AP) e alça de balde (transverso).
- 4.Expiração é passiva em repouso e ativa (abdominais, intercostais internos) em esforço ou tosse.
- 5.Síndrome do desfiladeiro torácico envolve escalenos, clavícula/1ª costela e peitoral menor; testada por Adson e Roos.
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Cabeça, pescoço e ATM
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Musculatura cervical, mastigação e a articulação temporomandibular.
- 1.Cadeia cervical anterior (ECOM, escalenos, pré-vertebrais) flexiona e estabiliza; cadeia posterior (esplênios, longuíssimos, semiespinhais, suboccipitais) estende e orienta a cabeça.
- 2.Hioide não tem articulação óssea direta e liga funcionalmente mastigação, deglutição e cervical anterior.
- 3.ATM é sinovial bicondilar atípica, com disco fibrocartilaginoso dividindo compartimento superior (translação) e inferior (rotação).
- 4.Pterigóideo lateral controla a posição do disco e está implicado no deslocamento discal anterior.
- 5.Cefaleia cervicogênica, radiculopatia cervical e DTM compartilham via de dor referida pelo núcleo trigeminocervical.
Órgãos dos sentidos: olho e ouvido
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Estruturas do globo ocular e do ouvido que a prova cobra.
- 1.Túnicas do olho: fibrosa (esclera e córnea), vascular (coroide, corpo ciliar, íris) e retina.
- 2.Fóvea central tem predomínio quase absoluto de cones e máxima acuidade. Disco óptico é o ponto cego.
- 3.Reflexo fotomotor: aferente pelo NC II, eferente pelo NC III.
- 4.Orelha média: martelo, bigorna e estribo, com o estribo na janela oval.
- 5.NC VIII inerva cóclea (audição) e vestíbulo (equilíbrio). VPPB afeta mais o ducto posterior.
Sistema digestório e órgãos abdominais: tubo digestivo, fígado, baço e vascularização
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Do esôfago ao canal anal, com fígado, baço e as artérias que você precisa saber.
- 1.Parede do tubo: mucosa, submucosa, muscular externa e serosa ou adventícia.
- 2.Esôfago passa pelo hiato em T10; estômago tem camada muscular oblíqua extra.
- 3.Colo tem tênias, haustros e apêndices omentais; reto não tem.
- 4.Fígado tem dupla irrigação e oito segmentos funcionais de Couinaud.
- 5.Veia porta nasce da mesentérica superior com a esplênica, atrás do pâncreas.
Sistema urinário: rins, ureteres, bexiga e uretra
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Anatomia do trato urinário e suas relações com a pelve.
- 1.Rins são retroperitoneais, entre T12 e L3, e o direito fica mais baixo.
- 2.O ureter desce sobre o psoas e tem três estreitamentos fisiológicos.
- 3.A bexiga fica atrás do púbis e apoia-se no assoalho pélvico.
- 4.A uretra feminina é curta. A masculina tem partes prostática, membranosa e esponjosa.
- 5.Detrusor é parassimpático (S2 a S4). Esfíncter externo é somático (pudendo).
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Sistemas genitais masculino e feminino e mama
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Órgãos internos, genitália externa e a anatomia da mama.
- 1.Via espermática: túbulos, epidídimo, deferente, ducto ejaculatório, uretra.
- 2.Ereção é parassimpática, emissão simpática, expulsão somática (pudendo).
- 3.Cardinal e uterossacro sustentam; o ligamento largo é dobra peritoneal e não é o sustentador principal.
- 4.Corpo do períneo une bulboesponjoso, transversos, levantador e esfíncter anal.
- 5.Axila operada: linfedema e risco aos nervos torácico longo e toracodorsal.
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Organização do corpo humano: níveis estruturais, sistemas e homeostase
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Célula, tecido, órgão e sistema, e a fronteira entre anatomia e fisiologia.
- 1.Célula é a menor unidade estrutural e funcional da vida.
- 2.Tecido é um grupo de células semelhantes mais matriz, com função comum.
- 3.Órgão reúne dois ou mais tecidos, e sistemas reúnem órgãos.
- 4.Homeostase mantém o meio interno estável, sobretudo por feedback negativo.
- 5.A forma de uma estrutura reflete e permite a sua função.
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