Resumo de Órteses, Próteses e Tecnologia Assistiva
6 tópicos de Órteses, Próteses e Tecnologia Assistiva, cada um resumido nos 5 pontos que mais caem em prova e concurso. É a mesma grade dos Resumos do app Espaço Fisioterapia; 2 tópicos são grátis no app, e o texto completo de cada um, com quiz no fim, está lá.
Conceitos, classificação e prescrição
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Órtese, prótese e adaptação: o que é cada coisa.
- 1.Órtese modifica ou apoia um segmento existente; prótese substitui um segmento ausente.
- 2.Tecnologia assistiva é o conceito amplo que inclui órteses, próteses e adaptações de ambiente e atividade.
- 3.Órteses se classificam por segmento, objetivo, mecanismo (estática/dinâmica) e material.
- 4.Próteses se classificam por nível de amputação e por finalidade (estética, funcional, provisória, definitiva).
- 5.Prescrição exige avaliação funcional, contexto de vida do paciente e acompanhamento periódico do fisioterapeuta.
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Órteses de membro superior
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Indicações por segmento e objetivo.
- 1.Órtese de membro superior é escolhida por segmento e por objetivo: imobilizar, corrigir, substituir função ou posicionar.
- 2.Tipoia de ombro hemiplégico reduz subluxação, mas exige retirada programada para mobilização.
- 3.Cotoveleira contraforça trata epicondilite lateral e medial durante a atividade, não em repouso.
- 4.Cock-up de punho trata túnel do carpo e tendinopatias, geralmente com uso noturno.
- 5.Órtese dinâmica de mão caída substitui a extensão perdida por lesão do nervo radial.
Órteses de membro inferior
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Do AFO ao KAFO: quando cada uma.
- 1.AFO controla o complexo tornozelo-pé; KAFO soma o controle do joelho a esse conjunto.
- 2.Quadríceps funcional, capaz de estabilizar o joelho no apoio, define a indicação de AFO em vez de KAFO.
- 3.GRAFO usa a reação do solo para substituir parte da função extensora do quadríceps em casos leves a moderados.
- 4.A trava de joelho da KAFO pode ser em anel (drop lock, destravada manualmente) ou suíça (bail lock, liberada por pressão); a stance control libera na fase de balanço.
- 5.Reavaliar força, tônus e estabilidade periodicamente evita manter o paciente em uma órtese superdimensionada ou subdimensionada.
Próteses de membro inferior e treino de marcha
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Níveis de amputação e reabilitação protética.
- 1.O nível de amputação define alavanca residual, componentes possíveis e gasto energético da marcha.
- 2.Soquete, suspensão, joelho protético e pé protético são os quatro componentes centrais da prótese.
- 3.A fase pré-protética prepara o coto com enfaixamento, dessensibilização e prevenção de contratura.
- 4.O treino de marcha progride das paralelas até a marcha livre, com avaliação funcional contínua.
- 5.Desvios de marcha típicos indicam problema de alinhamento, componente ou fraqueza muscular específica.
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Auxiliares de marcha e cadeiras de rodas
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Escolha, ajuste e treino.
- 1.Auxiliares de marcha ampliam a base de apoio e são escolhidos conforme equilíbrio, dor e capacidade de descarga de peso.
- 2.A altura de bengalas, muletas e andadores segue o processo estiloide da ulna, com cotovelo em leve flexão.
- 3.Os padrões de marcha (dois, três, quatro pontos e balanço) variam conforme o número de apoios e a descarga de peso permitida.
- 4.A escolha da cadeira de rodas (dobrável, rígida, hemi ou motorizada) depende de força, capacidade cardiorrespiratória e nível de atividade.
- 5.Ajuste de assento e encosto, técnica de propulsão e alívio de pressão previnem lesões por uso excessivo e úlceras.
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Tecnologia assistiva e adaptações do ambiente
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Acessibilidade e autonomia no dia a dia.
- 1.TA é mais ampla que órtese/prótese: inclui CAA, adaptações de AVD, mobiliário e acesso digital.
- 2.A CIF trata o ambiente como facilitador ou barreira à participação da pessoa.
- 3.A NBR 9050 normatiza acessibilidade arquitetônica e urbana no Brasil.
- 4.Prescrição exige avaliação do ambiente real de uso e capacitação do cuidador.
- 5.Reavaliação periódica é obrigatória em condições progressivas.
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