Espaço Fisioterapia

Auxiliares de marcha e cadeiras de rodas

Escolha, ajuste e treino.

Órteses, Próteses e Tecnologia Assistiva · 8 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Auxiliares de marcha ampliam a base de apoio e são escolhidos conforme equilíbrio, dor e capacidade de descarga de peso.
  2. 2A altura de bengalas, muletas e andadores segue o processo estiloide da ulna, com cotovelo em leve flexão.
  3. 3Os padrões de marcha (dois, três, quatro pontos e balanço) variam conforme o número de apoios e a descarga de peso permitida.
  4. 4A escolha da cadeira de rodas (dobrável, rígida, hemi ou motorizada) depende de força, capacidade cardiorrespiratória e nível de atividade.
  5. 5Ajuste de assento e encosto, técnica de propulsão e alívio de pressão previnem lesões por uso excessivo e úlceras.

O que cai na prova

Começo do resumo

Auxiliares de marcha: tipos e indicação

Os auxiliares de marcha ampliam a base de apoio, transferem parte da carga corporal para os membros superiores e compensam déficits de força, equilíbrio ou dor durante a deambulação. A escolha do dispositivo depende do grau de descarga de peso permitido, do controle de tronco e da capacidade funcional dos membros superiores.

A bengala simples é indicada para déficits leves de equilíbrio ou dor articular unilateral, como na osteoartrose de quadril ou joelho. Ela deve ser usada no lado contralateral ao membro acometido: isso alinha o vetor de apoio e reduz o trabalho do glúteo médio necessário para estabilizar a pelve durante o apoio unipodal.

A bengala de base alargada (tripé ou quadripode) oferece mais estabilidade, às custas de uma marcha mais lenta, já que toda a base precisa ser reposicionada a cada passo. É comum em hemiplegia com déficit de equilíbrio mais acentuado.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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