Resumo de Esportiva
9 tópicos de Esportiva, cada um resumido nos 5 pontos que mais caem em prova e concurso. É a mesma grade dos Resumos do app Espaço Fisioterapia; 3 tópicos são grátis no app, e o texto completo de cada um, com quiz no fim, está lá.
Demandas do esporte e perfil de lesão
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O que cada modalidade cobra do corpo.
- 1.Análise de demanda esportiva relaciona o gesto exigido pela modalidade ao perfil de lesão esperado.
- 2.Classifique a demanda por sistema energético, tipo de contato, padrão de movimento e simetria.
- 3.Esportes de pivô lesionam mais LCA e tornozelo; esportes overhead sobrecarregam ombro e cotovelo.
- 4.Esportes cíclicos geram lesão por uso excessivo; esportes de colisão geram trauma agudo e concussão.
- 5.Posição de jogo, fase da temporada, idade e nível competitivo modulam a demanda dentro da mesma modalidade.
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Avaliação pré-participação e screening
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O que rastrear antes da temporada.
- 1.APP rastreia saúde cardiovascular, histórico de lesões e padrões funcionais de movimento antes da temporada.
- 2.O objetivo é construir um perfil de risco individualizado, não gerar um veredito binário de apto ou inapto.
- 3.Sinais de alerta cardiovascular (síncope, dor torácica, história familiar) exigem encaminhamento médico antes da liberação.
- 4.Lesão musculoesquelética prévia é o preditor de risco mais consistente na anamnese.
- 5.FMS, Y-Balance, agachamento unipodal, Tuck Jump e Drop Jump avaliam movimento, mas nenhum prevê lesão isoladamente.
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Programas de prevenção de lesões
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O que a evidência mostra que funciona.
- 1.Programas de prevenção reduzem risco de lesão, não eliminam a possibilidade dela.
- 2.Prevenção primária (antes da lesão) e secundária (evitar recidiva) têm força de evidência diferente.
- 3.Treino neuromuscular multicomponente é o pacote com evidência mais robusta, sobretudo para lesão de LCA.
- 4.Fortalecimento excêntrico de isquiotibiais (protocolo nórdico) reduz incidência e recidiva de lesão muscular.
- 5.Adesão, frequência mínima e continuidade ao longo da temporada determinam se o programa funciona na prática.
Controle de carga e monitoramento
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Carga aguda, crônica e risco de lesão.
- 1.Carga externa é o que é prescrito; carga interna é a resposta do atleta a ela.
- 2.ACWR compara carga aguda (semana) com carga crônica (média de 4 semanas), mas seu poder preditivo isolado é controverso.
- 3.sRPE (Foster), frequência cardíaca, HRV e questionários de bem-estar são os principais marcadores de carga interna.
- 4.Monotonia alta somada a carga alta (strain) aumenta risco de lesão e de excesso de treinamento.
- 5.Carga é um fator de risco entre vários; nunca decida a progressão do treino só pelo número isolado.
Lesões musculares: classificação e reabilitação
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Do estiramento ao retorno.
- 1.Estiramento é a lesão indireta mais comum e é graduado em I, II e III conforme a extensão.
- 2.A classificação anatômica moderna (BAMIC) melhora o valor prognóstico do grau isolado.
- 3.A cicatrização passa por inflamação, reparação e remodelação, e a carga deve acompanhar cada fase.
- 4.A reabilitação evolui de proteção para carga progressiva (isometria a excêntrico) até exposição funcional à alta velocidade.
- 5.Recidiva é frequente e ligada a lesão prévia, déficit de força excêntrica e retorno antes da tolerância plena à corrida.
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Tendinopatias no esporte
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Progressão de carga como tratamento.
- 1.Tendinopatia é predominantemente degenerativa, não inflamatória, e a carga mecânica é o estímulo de remodelação.
- 2.O continuum reativo-disrepair-degenerativo explica flutuações de sintomas sem nova lesão.
- 3.A progressão é guiada por dor e função, usando a regra de dor aceitável até 24 horas, não pela imagem.
- 4.A sequência isométrico, isotônico/HSR e pliometria progride a exigência mecânica ao longo de meses.
- 5.Tendinopatias insercionais exigem cuidado com carga compressiva e alongamento de amplitude final.
Entorses e instabilidades no atleta
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Tornozelo, joelho e ombro no esporte.
- 1.Entorse é evento agudo; instabilidade pode ser mecânica ou funcional e nem sempre decorre de entorse.
- 2.No tornozelo, o LTFA é o mais lesado e a sindesmose exige atenção em mecanismos rotacionais.
- 3.No joelho, Lachman e pivot shift avaliam o LCA; derrame de instalação rápida sugere lesão intra-articular.
- 4.No ombro, a instabilidade anterior predomina; apreensão e relocação são os testes-chave de exame.
- 5.A reabilitação combina fortalecimento, treino proprioceptivo e critérios objetivos, não apenas ausência de dor.
Critérios de retorno ao esporte
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Testes, simetria e tomada de decisão.
- 1.Retorno ao esporte segue um continuum: participação, esporte e performance.
- 2.A decisão deve ser baseada em critério, não apenas em tempo decorrido.
- 3.Bateria de hop tests e testes de força gera o índice de simetria de membros.
- 4.Testes de controle neuromuscular avaliam qualidade de aterrissagem, não só distância alcançada.
- 5.A decisão final integra saúde do tecido, capacidade funcional, contexto de risco e prontidão psicológica.
Atendimento em campo e primeiros socorros
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Conduta imediata na beira do gramado.
- 1.Plano de ação de emergência definido e ensaiado antes do jogo, com papéis claros e DEA acessível.
- 2.Avaliação primária segue prioridades de sobrevivência (cABCDE), não diagnóstico ortopédico.
- 3.Parada cardíaca, hemorragia grave, lesão cervical e TCE com sinais de alerta exigem conduta imediata e protocolo específico.
- 4.Colapsos têm causas diferentes (vasovagal, calor, hiponatremia, anafilaxia) e cada uma pede conduta própria.
- 5.Na dúvida, retira o atleta: a decisão é clínica e cabe ao profissional de saúde presente.
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