Resumo de Dermatofuncional
10 tópicos de Dermatofuncional, cada um resumido nos 5 pontos que mais caem em prova e concurso. É a mesma grade dos Resumos do app Espaço Fisioterapia; 2 tópicos são grátis no app, e o texto completo de cada um, com quiz no fim, está lá.
Pele: estrutura, função e cicatrização
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Camadas e fases do reparo cutâneo.
- 1.A pele tem três camadas: epiderme, derme e hipoderme, cada uma com função própria.
- 2.A epiderme se renova a partir da camada basal e não tem vasos sanguíneos.
- 3.A cicatrização segue quatro fases sobrepostas: hemostasia, inflamação, proliferação e remodelação.
- 4.Anexos cutâneos preservados aceleram a reepitelização em feridas parciais.
- 5.Fatores locais e sistêmicos, como infecção, diabetes e desnutrição, atrasam o reparo tecidual.
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Feridas e curativos
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Classificação, avaliação e recursos.
- 1.Feridas classificam-se por tempo (aguda/crônica), profundidade (parcial/total) e coloração do leito (vermelho, amarelo, preto).
- 2.Lesão por pressão segue estadiamento de 1 a 4, mais não classificável e lesão em tecidos profundos.
- 3.Úlcera venosa (maleolar, pulsos presentes, melhora com elevação) difere da arterial (distal, pulsos ausentes, piora com elevação).
- 4.Avaliação cobre dimensões, leito, exsudato, bordas, pele perilesional e sinais de infecção, com apoio de PUSH e Braden.
- 5.Cobertura segue o nível de exsudato e o ambiente úmido; compressão exige triagem vascular prévia.
Fibro edema geloide e adiposidade localizada
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O que a evidência sustenta.
- 1.FEG é o nome técnico da celulite, com terminologia ainda não totalmente unificada na literatura.
- 2.Fisiopatologia é multifatorial: septos conjuntivos, hormônios, microcirculação e fibrose secundária ao edema.
- 3.Classificação clínica em graus orienta prognóstico e escolha de recursos terapêuticos.
- 4.Adiposidade localizada é entidade distinta do FEG, ligada a diferenças regionais de receptores adrenérgicos nos adipócitos.
- 5.Conduta com melhor evidência combina exercício aeróbio e resistido, controle calórico e recursos locais como coadjuvantes, nunca como solução isolada.
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Pós-operatório de cirurgia plástica
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Condutas por fase e complicações.
- 1.Toda conduta pós-operatória depende de liberação médica prévia.
- 2.Fase inflamatória: controle de edema e dor com cautela, sem recursos agressivos.
- 3.Fase proliferativa: intensifica-se a DLM e inicia-se a fotobiomodulação.
- 4.Fase de remodelação: trabalho de fibrose, aderências e cicatriz, com recursos mecânicos e térmicos liberados.
- 5.Reconhecer sinais de necrose, infecção e deiscência é tão importante quanto aplicar a técnica.
Queimaduras: classificação e fase aguda
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Profundidade, superfície corporal e prioridades.
- 1.Profundidade classifica a queimadura em primeiro grau, segundo grau superficial, segundo grau profundo, terceiro e quarto grau.
- 2.SCQ é estimada pela regra dos nove, pela palma da mão ou pela tabela de Lund-Browder, mais precisa em crianças.
- 3.Zonas de Jackson descrevem coagulação, estase e hiperemia ao redor do ponto de lesão.
- 4.O atendimento agudo segue ABCDE adaptado, com atenção à via aérea, à reposição volêmica e à escarotomia.
- 5.Extensão, profundidade, área especial, idade e lesão por inalação definem o encaminhamento a centro de referência.
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Reabilitação do paciente queimado
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Posicionamento, cicatriz e função.
- 1.Reabilitação do queimado começa na fase aguda, não após a alta hospitalar.
- 2.Posicionamento segue a posição de função, contrária à posição de conforto antálgica.
- 3.Compressão e silicone controlam a cicatriz hipertrófica até a maturação.
- 4.Mobilização precoce e alongamento direcionado previnem contratura articular.
- 5.Reabilitação funcional inclui condicionamento, força, AVDs e reinserção social.
Linfedema e drenagem linfática
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Fisiopatologia e terapia complexa descongestiva.
- 1.Linfedema é falência do transporte linfático com acúmulo de líquido rico em proteínas.
- 2.Primário (congênito, praecox, tarda) x secundário (oncológico, filariose, infeccioso, venoso).
- 3.Estadiamento ISL vai de 0 (subclínico) a III (elefantíase linfostática).
- 4.TCD é o padrão-ouro: pele, DLM, enfaixamento multicamadas e exercícios na fase intensiva.
- 5.Fase de manutenção usa contenção elástica e autodrenagem, e dura a vida toda.
Hanseníase: avaliação neurológica simplificada e reabilitação
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Grau de incapacidade, prevenção de deformidades e o pós-operatório de descompressão neural.
- 1.Hanseníase é neuropatia periférica: o nervo é o alvo, a deformidade é a consequência.
- 2.A ANS avalia inspeção, palpação de nervos, força e sensibilidade.
- 3.Grau 0 normal, grau 1 perda de sensibilidade, grau 2 deformidade visível.
- 4.Autocuidado de olhos, mãos e pés é a base da prevenção.
- 5.Descompressão alivia dor; ganho motor e sensitivo é lento e incerto.
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Estrias, discromias e envelhecimento cutâneo
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Da estria rubra à alba, melasma, vitiligo e fototipo.
- 1.Estria é atrofia dérmica com ruptura de fibras colágenas e elásticas.
- 2.Causas: distensão mecânica, glicocorticoide e genética.
- 3.Melasma é hipermelanose crônica e recidivante, agravada por sol, hormônio e calor.
- 4.Vitiligo é acromia autoimune, segmentar ou não segmentar.
- 5.Fitzpatrick tem seis fototipos e o Glogau gradua o fotoenvelhecimento.
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Recursos eletrotermofototerápicos em estética: radiofrequência, carboxiterapia e microagulhamento
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Como cada recurso aquece, fura ou estimula a derme.
- 1.Os três recursos causam agressão controlada para estimular o fibroblasto.
- 2.Radiofrequência aquece por dentro e contrai o colágeno, com neocolagênese tardia.
- 3.Carboxiterapia age por efeito Bohr, vasodilatação e descolamento mecânico.
- 4.Microagulhamento perfura a pele e dispara a cascata de cicatrização.
- 5.Carboxiterapia e microagulhamento exigem material estéril e triagem de contraindicações.