Espaço Fisioterapia

Via aérea artificial e aspiração

Técnica, indicação e complicações.

Terapia Intensiva · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Vias aéreas artificiais: tubo orotraqueal para curto prazo, traqueostomia para prazo prolongado.
  2. 2Balonete mantido entre 20 e 30 cmH2O, aferido com cuffômetro.
  3. 3Aspiração é indicada por sinais clínicos, nunca por rotina fixa.
  4. 4Sistema fechado preserva PEEP e reduz aerossolização; sistema aberto exige técnica estéril rigorosa.
  5. 5Principais riscos: hipoxemia, bradicardia vagal, trauma de mucosa e infecção.

O que cai na prova

Começo do resumo

Vias aéreas artificiais: tubo orotraqueal e traqueostomia

A via aérea artificial garante a patência da via respiratória, permite a ventilação mecânica com pressão positiva e protege contra broncoaspiração quando o balonete está insuflado. As duas principais são o tubo orotraqueal (ou nasotraqueal, menos usado por maior risco de sinusite) e a cânula de traqueostomia.

O tubo orotraqueal é a via de escolha na intubação de urgência e para ventilação de curto prazo. É inserido por via oral até a traqueia, guiado por laringoscopia direta ou videolaringoscopia, e fixado externamente com fita ou dispositivo próprio.

A traqueostomia é considerada quando se antecipa necessidade de ventilação mecânica prolongada, obstrução de via aérea superior ou necessidade de proteção prolongada da via aérea em pacientes com rebaixamento do nível de consciência.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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