Espaço Fisioterapia

Sedação, analgesia e delirium na UTI

RASS, CAM-ICU e por que sedação leve favorece a mobilização.

Terapia Intensiva · 7 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Tratar a dor primeiro reduz a necessidade de sedação.
  2. 2RASS guia a sedação, Glasgow não serve para isso.
  3. 3CAM-ICU detecta delirium mesmo em paciente intubado.
  4. 4Sedação leve (em geral RASS 0 a -2) favorece a mobilização ativa.
  5. 5Pacote ABCDEF integra dor, sedação, delirium e mobilidade precoce.

O que cai na prova

Começo do resumo

Por que sedação, analgesia e delirium importam para o fisioterapeuta

Na UTI, muitos pacientes recebem sedativos e analgésicos para tolerar a ventilação mecânica, os procedimentos invasivos e a dor. O problema é que o excesso de sedação deixa o paciente imóvel, prolonga a ventilação e aumenta o risco de delirium.

Para o fisioterapeuta, o nível de consciência define o que é possível fazer na sessão. Um paciente profundamente sedado só recebe condutas passivas. Um paciente desperto e colaborativo pode participar de exercícios ativos e sair do leito.

Por isso, três ferramentas aparecem juntas em prova e na prática:

  • Avaliação da dor, que deve vir antes da decisão de sedar.
  • RASS, que mede o nível de agitação e sedação.
  • CAM-ICU, que rastreia delirium.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

Sedação, analgesia e delirium na UTI em 5 pontos | Terapia Intensiva