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Morte encefálica: critérios e protocolo

Resolução CFM 2.173/2017 e os testes que o fisioterapeuta acompanha.

Terapia Intensiva · 7 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1A ME é morte legal, regulada pela Resolução CFM 2.173/2017.
  2. 2O protocolo é obrigatório e não depende de doação de órgãos.
  3. 3Dois médicos capacitados, fora da equipe de transplante, fazem os exames clínicos.
  4. 4Teste de apneia é único e exige pré-oxigenação e PaCO2 entre 35 e 45 mmHg.
  5. 5O fisioterapeuta prepara a ventilação, acompanha a apneia e mantém o potencial doador.

O que cai na prova

Começo do resumo

O que é morte encefálica e por que o protocolo existe

Morte encefálica (ME) é a perda completa e irreversível das funções do encéfalo, incluindo o tronco encefálico. No Brasil, ela equivale legalmente à morte do indivíduo. O coração pode continuar batendo porque o suporte ventilatório e hemodinâmico mantém a oxigenação dos outros órgãos.

Os procedimentos para determinar a ME são definidos pela Resolução CFM 2.173/2017, que revogou a Resolução CFM 1.480/1997. A Lei 9.434/1997 (Lei dos Transplantes) torna obrigatória a notificação de todo caso de ME à Central Estadual de Transplantes, haja ou não doação.

Ponto conceitual que cai muito: o protocolo de ME não depende da doação de órgãos. Ele é obrigatório sempre que houver suspeita, porque define o óbito. Se a família não autorizar a doação, o suporte pode ser retirado após a confirmação, já que se trata de um paciente morto.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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