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História da saúde pública no Brasil e a Reforma Sanitária

De onde o SUS veio e que problema ele veio resolver.

Saúde Coletiva e SUS · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Antes do SUS, saúde pública e medicina previdenciária eram sistemas separados e excludentes.
  2. 2Só quem contribuía com a Previdência (carteira assinada) tinha direito a assistência médica pelo INAMPS.
  3. 3A crise financeira da Previdência e o modelo hospitalocêntrico e privatista expuseram os limites do sistema nos anos 1970-80.
  4. 4O movimento da Reforma Sanitária, com o CEBES e Sérgio Arouca, defendeu saúde como direito universal e determinado por condições de vida.
  5. 5A 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986) e a Constituição de 1988 transformaram essa proposta no SUS.

O que cai na prova

Começo do resumo

Um país com dois sistemas de saúde, e nenhum deles universal

Antes do SUS existir, o Brasil não tinha um sistema único de saúde. Tinha dois modelos que funcionavam separados, sem se comunicar direito. Entender essa separação é entender exatamente o problema que o SUS foi criado para resolver.

De um lado estava a saúde pública, ligada historicamente ao Ministério da Saúde e ao chamado sanitarismo campanhista: campanhas de vacinação e combate a endemias, pensadas para a coletividade e o território, não para o indivíduo doente.

O episódio mais lembrado dessa fase é a campanha de vacinação obrigatória conduzida por Oswaldo Cruz, que resultou na Revolta da Vacina, em 1904.

De outro lado estava a medicina previdenciária, ligada aos institutos de aposentadoria e pensões e, depois, ao INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social). Esse braço prestava atendimento médico individual, mas só a quem contribuía formalmente com a Previdência Social.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app grátis.

O que tem no resumo completo

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