Espaço Fisioterapia

Indicações, contraindicações e segurança

O que nunca deve ser aplicado, e por quê.

Recursos Terapêuticos · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Toda contraindicação nasce da incapacidade do tecido de processar com segurança a energia aplicada.
  2. 2Contraindicação absoluta nunca se aplica; a relativa exige cautela, dose ajustada ou liberação médica.
  3. 3Marca-passo, gravidez, neoplasia, TVP e hemorragia ativa são contraindicações comuns a várias modalidades.
  4. 4Perda de sensibilidade e lesões de pele contraindicam termoterapia e o contato direto de eletrodos.
  5. 5Cada classe tem contraindicações próprias: metal em ondas curtas, olho em laser, insuficiência cardíaca em hidroterapia.

O que cai na prova

Começo do resumo

Por que a segurança vem antes da técnica

Todo recurso terapêutico, seja elétrico, térmico, luminoso ou aquático, transfere energia para o tecido. O efeito terapêutico depende da capacidade do organismo de processar essa energia com segurança: dissipar calor, tolerar despolarização repetida, manter a perfusão local.

Quando essa capacidade está comprometida, seja por doença sistêmica, perda de sensibilidade ou instabilidade hemodinâmica, a mesma dose que seria terapêutica em um tecido saudável se torna lesiva. É esse raciocínio, e não uma lista decorada, que sustenta toda contraindicação.

Vale diferenciar dois níveis. Contraindicação absoluta significa que o recurso nunca deve ser aplicado naquela condição, independentemente de ajuste de dose ou parâmetro. Contraindicação relativa significa que a aplicação é possível com cautela, dose reduzida, monitorização mais próxima ou liberação médica prévia.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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