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Saúde da mulher: PNAISM, Rede Cegonha e direitos sexuais e reprodutivos

Da PAISM à Rede Cegonha, com o que a lei garante à gestante e à mulher no serviço.

Políticas Públicas de Saúde · 8 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1A PNAISM trata a mulher em todos os ciclos de vida, não só como mãe.
  2. 2A Rede Cegonha (Portaria 1.459/2011) cobre gestação, parto, puerpério e criança até 24 meses.
  3. 3A rede virou RAMI em 2022, voltou em 2023 e foi reestruturada como Rede Alyne em 2024.
  4. 4Gestante tem direito a acompanhante e à vinculação prévia à maternidade.
  5. 5Violência contra a mulher atendida no serviço é de notificação compulsória.

O que cai na prova

Começo do resumo

Da PAISM à PNAISM: a mudança de olhar sobre a mulher

Antes dos anos 1980, a saúde da mulher no Brasil era tratada quase só como saúde materno-infantil. O foco era a gestação e o parto, e a mulher entrava no sistema como mãe, não como sujeito com necessidades próprias.

Em 1983 o Ministério da Saúde lançou o PAISM (Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher), com documento publicado em 1984. Ele nasceu da pressão do movimento feminista e do movimento sanitário, antes mesmo da criação do SUS.

O PAISM ampliou o cuidado para todas as fases da vida e incluiu:

  • pré-natal, parto e puerpério;
  • planejamento familiar (anticoncepção e infertilidade);
  • prevenção e controle do câncer de colo do útero e de mama;
  • infecções sexualmente transmissíveis;
  • climatério e outras demandas além da reprodução.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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