Espaço Fisioterapia

Práticas integrativas e complementares no SUS (PNPIC)

Quais práticas a política reconhece e como se inserem na rede.

Políticas Públicas de Saúde · 6 min de leitura no app · atualizado em 15/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1A PNPIC (Portaria 971/2006) institucionalizou as PICS no SUS com visão integral do cuidado.
  2. 2A lista de 2006 tinha cinco abordagens e chegou a 29 práticas com as portarias de 2017 e 2018.
  3. 3A inserção é transversal na rede, com ênfase na atenção primária.
  4. 4A oferta é definida localmente e depende de profissionais qualificados.
  5. 5A evidência varia entre as práticas, e a política exige pesquisa e monitoramento.

O que cai na prova

Começo do resumo

O que é a PNPIC e de onde ela vem

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC) foi aprovada pela Portaria GM/MS nº 971, de 2006. Ela nasceu para institucionalizar no SUS abordagens que já existiam de forma dispersa em estados e municípios, seguindo a orientação da OMS para a integração da medicina tradicional e complementar aos sistemas nacionais de saúde.

Hoje o texto da política está consolidado nas portarias de consolidação do Ministério da Saúde. Na prova, o que costuma ser lembrado é a portaria de 2006 como marco de origem e as portarias posteriores que ampliaram a lista de práticas.

A ideia central é oferecer ao usuário opções terapêuticas que olham o indivíduo de forma integral, e não só a doença. Essas práticas costumam enfatizar a escuta acolhedora, o vínculo terapêutico e a integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

Práticas integrativas e complementares no SUS (PNPIC) em 5 pontos | Políticas Públicas de Saúde