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Políticas de equidade no SUS: população negra, LGBT, indígena, em situação de rua e privada de liberdade

Quem o SUS universal ainda não alcança e as políticas feitas pra fechar esse buraco.

Políticas Públicas de Saúde · 7 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Equidade é dar mais a quem precisa mais, sem quebrar a universalidade.
  2. 2PNSIPN: racismo institucional, doença falciforme e quesito raça/cor.
  3. 3PNSI LGBT (2011): nome social, combate à LGBTfobia e processo transexualizador.
  4. 4PNASPI: SasiSUS, SESAI, 34 DSEIs, EMSI, AIS e CASAI.
  5. 5Rua: Decreto 7.053/2009 e Consultório na Rua. Prisional: PNAISP, Portaria Interministerial 1/2014.

O que cai na prova

Começo do resumo

Equidade: o princípio que sustenta essas políticas

O SUS nasceu universal, mas acesso garantido no papel não significa acesso real. Grupos inteiros chegam menos aos serviços, chegam mais tarde e são pior atendidos quando chegam. Por isso existem as políticas de equidade.

Equidade é tratar desigualmente os desiguais, na medida da sua desigualdade. Igualdade é oferecer a mesma coisa a todos. Equidade é oferecer mais a quem tem mais necessidade ou enfrenta mais barreiras.

A equidade é tratada como princípio doutrinário do SUS, ao lado da universalidade e da integralidade. Atenção a um detalhe de prova: o texto literal do art. 7º da Lei 8.080/1990 fala em igualdade da assistência, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie. O termo equidade vem da doutrina e das normas posteriores. Bancas exploram essa diferença.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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