Espaço Fisioterapia

Pós-operatório, órteses e auxiliares de marcha

Princípios gerais de reabilitação pós-cirúrgica e dispositivos.

Ortopedia e Traumatologia · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1O protocolo do cirurgião sempre prevalece sobre um protocolo genérico de reabilitação.
  2. 2O status de descarga de peso (WBAT, PWB, TDWB, NWB) define o auxiliar de marcha indicado.
  3. 3Órtese modifica um segmento presente; prótese substitui um segmento ausente por amputação.
  4. 4Os padrões de marcha com muleta (2, 3, 4 pontos e oscilante) variam conforme a capacidade de apoio de cada membro.
  5. 5FAC, TUG, DGI, Tinetti/POMA e marcha em tandem orientam a progressão segura do dispositivo de marcha.

O que cai na prova

Começo do resumo

Princípios gerais do manejo pós-operatório

Este tema atravessa todos os segmentos do corpo: reúne o que deve ser observado em qualquer pós-operatório ortopédico, independentemente da articulação operada. O fisioterapeuta não decide sozinho a progressão da conduta; ele segue o protocolo definido pela equipe cirúrgica, que reflete o tipo de fixação usada, a qualidade do tecido reparado e a técnica empregada na cirurgia.

Um protocolo genérico de livro-texto nunca substitui a prescrição individual do cirurgião para aquele caso. Diante de dúvida sobre liberação de carga, amplitude permitida ou uso de órtese, o contato direto com quem operou é obrigatório antes de qualquer avanço na conduta, mesmo quando o paciente relata boa evolução.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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