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Ombro

Complexo do ombro: anatomia aplicada, dor subacromial, manguito, instabilidade e conduta.

Ortopedia e Traumatologia · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1O manguito rotador (supraespinhal, infraespinhal, redondo menor, subescapular) estabiliza dinamicamente uma articulação com pouca congruência óssea.
  2. 2Dor subacromial é hoje vista como multifatorial, não apenas mecânica, e o termo vem substituindo síndrome do impacto.
  3. 3Arco doloroso, entre 60° e 120°, é o achado clínico mais prático para dor subacromial.
  4. 4Instabilidade anterior é a mais comum; os testes de apreensão anterior e posterior orientam a direção do problema.
  5. 5Capsulite adesiva se distingue por perder amplitude ativa e passiva, evoluindo em fases de congelamento, congelada e descongelamento.

O que cai na prova

Começo do resumo

Anatomia aplicada do complexo do ombro

O ombro não é uma articulação só: é um complexo de quatro articulações trabalhando em sincronia: a glenoumeral, a acromioclavicular, a esternoclavicular e a escapulotorácica, esta última não sinovial, um plano de deslizamento entre a escápula e o gradil costal.

A glenoumeral é esferóidea, com a maior amplitude de movimento do corpo e, em troca, a menor congruência óssea: a cavidade glenoidal cobre apenas uma fração pequena da cabeça umeral. Essa relação exige estabilizadores estáticos, como o lábio glenoidal, a cápsula e os ligamentos glenoumerais, além de estabilizadores dinâmicos, representados pelo manguito rotador.

O manguito é formado por quatro músculos, cada um com um papel específico:

O resumo completo, com quiz no fim, está no app grátis.

O que tem no resumo completo

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