Espaço Fisioterapia

Câncer de próstata e oncologia pélvica

Incontinência pós-prostatectomia e disfunções.

Oncologia · 8 min de leitura no app · atualizado em 18/09/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1A prostatectomia retira o mecanismo esfincteriano interno e deixa a continência a cargo do esfíncter externo e do assoalho pélvico.
  2. 2Diferencie perda de esforço, típica do pós-operatório, de urgência e sintomas irritativos, típicos do pós-radioterapia.
  3. 3Avalie com diário miccional, contagem de absorventes, pad test, ICIQ-UI SF e IPSS, mais exame perineal e toque retal quando indicado.
  4. 4O treino começa após a retirada da sonda, com contrações submáximas, progressão de posição e pré-contração funcional.
  5. 5Trate junto intestino, urgência e função sexual, e encaminhe ao urologista se a perda persistir relevante perto de 12 meses.

O que cai na prova

Começo do resumo

Por que a prostatectomia radical gera incontinência

A continência masculina depende de dois mecanismos esfincterianos: o esfíncter interno (colo vesical, musculatura lisa, involuntário) e o esfíncter externo, ou rabdoesfíncter, estriado e voluntário, situado na uretra membranosa logo abaixo do ápice prostático.

A esse conjunto soma-se o suporte do levantador do ânus e da fáscia endopélvica, que estabiliza a uretra durante o aumento da pressão abdominal.

Na prostatectomia radical retiram-se próstata, uretra prostática e vesículas seminais, e a bexiga é suturada diretamente na uretra remanescente (anastomose vesicouretral). O colo vesical deixa de trabalhar como antes e a continência passa a depender quase inteiramente do esfíncter externo e do suporte muscular do assoalho pélvico.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

Câncer de próstata e oncologia pélvica em 5 pontos | Oncologia