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Câncer de mama: reabilitação pós-cirúrgica e linfedema

Ombro, cicatriz, cordão axilar e drenagem.

Oncologia · 8 min de leitura no app · atualizado em 18/09/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1O risco funcional vem da axila, não do tamanho da cirurgia na mama.
  2. 2Avalie sempre comparando com o lado oposto: amplitude, cicatriz, força, sensibilidade e perimetria padronizada.
  3. 3Mobilização precoce sim, com amplitude graduada enquanto houver dreno e progressão para amplitude completa depois.
  4. 4Cordão axilar responde a alongamento progressivo e terapia manual, com evolução geralmente autolimitada.
  5. 5Linfedema é crônico: terapia física complexa em duas fases, compressão como pilar e exercício resistido liberado.

O que cai na prova

Começo do resumo

O que a cirurgia muda no ombro e na axila

Na reabilitação da mulher operada de câncer de mama, o que mais define o prognóstico funcional não é a retirada da mama, e sim o que foi feito na axila. A cirurgia mamária pode ser conservadora (setorectomia, quadrantectomia) ou mastectomia, com ou sem reconstrução, mas é a abordagem axilar que determina o risco de linfedema e de restrição de ombro.

  • Biópsia do linfonodo sentinela: retira poucos linfonodos, tem morbidade bem menor e risco de linfedema reduzido, embora não nulo.
  • Linfadenectomia axilar: retira o conteúdo linfonodal da axila e é o principal fator de risco cirúrgico para linfedema, cordão axilar e perda de amplitude.
  • Radioterapia axilar ou supraclavicular: soma fibrose ao dano cirúrgico, e a combinação de esvaziamento com irradiação da axila é a de maior risco.
  • Reconstrução: implante ou expansor em plano retropeitoral e retalho de grande dorsal mudam o comportamento do ombro, porque envolvem músculos que movem o úmero e a escápula. Os retalhos abdominais (TRAM, DIEP) não sacrificam musculatura do ombro e repercutem mais em tronco e postura.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app grátis.

O que tem no resumo completo

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