Espaço Fisioterapia

Fármacos que interferem na fisioterapia: anti-hipertensivos, anticoagulantes, analgésicos e psicofármacos

O que cada classe faz com FC, pressão, sangramento e tônus na sessão.

Fisiologia Humana Aplicada · 7 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Pergunte nome, dose e horário da última tomada de cada fármaco.
  2. 2Anti-hipertensivos alteram FC e PA e aumentam o risco de síncope.
  3. 3Anticoagulantes e antiplaquetários exigem foco em quedas e trauma tecidual.
  4. 4Analgésicos mascaram a dor; AINEs elevam PA e somam risco de sangramento.
  5. 5Psicofármacos causam sedação, ortostatismo e alteram tônus e equilíbrio.

O que cai na prova

Começo do resumo

Por que a lista de medicamentos muda a sessão

Todo fármaco com ação sistêmica altera alguma variável que o fisioterapeuta usa para dosar exercício: frequência cardíaca, pressão arterial, hemostasia, nível de alerta ou tônus muscular. Quem ignora a prescrição interpreta mal os sinais vitais e expõe o paciente a quedas, síncope e sangramento.

Na anamnese, além do nome do remédio, pergunte:

  • a dose e o horário da última tomada;
  • se houve mudança recente de dose ou medicamento novo;
  • se o paciente usa automedicação (anti-inflamatórios, relaxantes, calmantes);
  • se já teve tontura ao levantar, hematomas sem causa ou sonolência diurna.

O horário importa porque o efeito costuma ser maior no pico de ação. Uma sessão logo após a dose de um vasodilatador tem mais risco de hipotensão do que a mesma sessão horas depois.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

Fármacos que interferem na fisioterapia: anti-hipertensivos, anticoagulantes, analgésicos e psicofármacos em 5 pontos | Fisiologia Humana Aplicada