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Notificação compulsória e sistemas de informação em saúde

O que se notifica, quem notifica e para que servem SINAN, SIM, SINASC e SIH.

Epidemiologia · 7 min de leitura no app · atualizado em 15/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Notificação compulsória é obrigatória, feita no caso suspeito, por qualquer profissional de saúde.
  2. 2Imediata em até 24 horas para eventos graves, semanal para os demais agravos.
  3. 3SINAN registra agravos da lista, com ficha de notificação e de investigação.
  4. 4SIM usa a Declaração de Óbito e a causa básica, SINASC usa a Declaração de Nascido Vivo.
  5. 5SIH vem da AIH, cobre internações do SUS e tem viés administrativo.

O que cai na prova

Começo do resumo

Notificação compulsória: o que é e por que existe

Notificação compulsória é a comunicação obrigatória, feita à autoridade sanitária, da ocorrência de doença, agravo ou evento de saúde pública que consta em lista oficial. Ela é a porta de entrada da vigilância epidemiológica: sem notificação não há detecção de surto, nem resposta rápida, nem série histórica confiável.

A base legal clássica é a Lei 6.259/1975. A lista vigente é definida pelo Ministério da Saúde em portaria (Portaria de Consolidação GM/MS nº 4/2017 e suas atualizações). Como a lista muda, a prova costuma cobrar a lógica e os exemplos clássicos, não a lista inteira decorada.

Pontos que a banca gosta de explorar:

  • A notificação é feita diante do caso suspeito, sem esperar confirmação laboratorial. Quem confirma ou descarta é a investigação.
  • É dever de todo profissional de saúde (médico, enfermeiro, fisioterapeuta, etc.) e dos responsáveis por serviços públicos e privados. Não é só do médico.
  • Notificar não é quebra de sigilo. É um dever legal, e os dados identificados continuam protegidos.
  • Notificar não é o mesmo que investigar nem que tratar. São etapas diferentes.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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