Espaço Fisioterapia

Progressão de carga e prescrição de séries e repetições

Como dosar e quando avançar.

Cinesioterapia · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Dose do exercício terapêutico envolve carga, volume, frequência, intervalo e velocidade de execução (FITT).
  2. 2Sobrecarga progressiva, especificidade, individualidade biológica e reversibilidade orientam toda progressão.
  3. 3DeLorme, Oxford (Zinovieff) e DAPRE são protocolos clássicos de exercício resistido progressivo.
  4. 4Critérios de desempenho, como a regra das repetições extras e a técnica preservada, definem quando avançar, não o calendário.
  5. 5Progredir muito rápido, ignorar dor tardia e não individualizar são os erros mais comuns na prática.

O que cai na prova

Começo do resumo

O que compõe a dose do exercício terapêutico

Dose, em cinesioterapia, é o conjunto de variáveis que o fisioterapeuta manipula para gerar um estímulo capaz de provocar adaptação. Não existe "exercício certo" isolado de uma dose adequada: o mesmo movimento pode ser terapêutico ou insuficiente dependendo de como é prescrito.

Um jeito prático de organizar essas variáveis é o acrônimo FITT: frequência (sessões por semana), intensidade (carga ou esforço relativo), tempo (volume, isto é, séries x repetições ou duração) e tipo (modo de contração, cadeia cinética, entre outros).

Além do FITT, entram na prescrição o intervalo de descanso entre séries e a velocidade de execução. Essas duas variáveis alteram a demanda metabólica e neuromuscular mesmo quando carga e repetições permanecem iguais.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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