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Mobilização articular: graus e indicações

Graus de Maitland e critérios de aplicação.

Cinesioterapia · 8 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Mobilização articular trabalha o movimento acessório de articulações sinoviais, não o movimento fisiológico.
  2. 2Maitland classifica a técnica em quatro graus, definidos pela posição e amplitude da oscilação dentro do arco articular.
  3. 3Graus I e II tratam dor; graus III e IV tratam rigidez, avançando na resistência tecidual.
  4. 4A irritabilidade do quadro, levantada na avaliação subjetiva, orienta a escolha do grau inicial.
  5. 5Derrame agudo, artrite reumatoide em atividade e instabilidade articular são contraindicações ou exigem graus baixos.

O que cai na prova

Começo do resumo

O que caracteriza a mobilização articular

A mobilização articular é uma técnica de terapia manual que consiste em movimentos passivos, rítmicos e oscilatórios, aplicados pelo fisioterapeuta dentro da amplitude disponível da articulação. O conceito mais difundido na prática clínica e nas provas é o de Geoffrey Maitland, que sistematizou a técnica em graus (I a IV), definidos pela posição e pela amplitude do movimento dentro do arco articular.

É importante diferenciar mobilização de outras condutas passivas já vistas em amplitude de movimento. A amplitude passiva convencional trabalha o movimento fisiológico (fletir, estender, abduzir).

A mobilização de Maitland trabalha, sobretudo, o movimento acessório: deslizamentos, rolamentos e trações entre as superfícies articulares, que o paciente não executa voluntariamente, mas que precisam estar livres para que o movimento fisiológico ocorra sem dor e com amplitude completa.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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