Espaço Fisioterapia

Avaliação da dor: EVA, McGill e dor neuropática

Instrumentos e o que cada um captura.

Avaliação e Semiologia · 7 min de leitura no app · atualizado em 20/08/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1EVA e NPRS medem só a intensidade da dor, de forma rápida e unidimensional.
  2. 2McGill capta dimensões sensorial, afetiva e avaliativa por meio de descritores verbais.
  3. 3Dor neuropática decorre de lesão ou doença do sistema somatossensorial.
  4. 4DN4 e ferramentas afins rastreiam componente neuropático, mas não substituem o diagnóstico clínico.
  5. 5A escolha do instrumento depende do objetivo: monitorar evolução, caracterizar a dor ou identificar o mecanismo.

O que cai na prova

Começo do resumo

Por que medir dor não é só perguntar quanto dói

A dor é definida pela International Association for the Study of Pain como uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a dano tecidual real ou potencial. Essa definição já entrega o problema central da avaliação: dor não é só um número, é uma experiência com componente sensorial, afetivo e cognitivo ao mesmo tempo.

Por isso nenhum instrumento isolado avalia a dor por completo. Cada ferramenta captura uma fatia diferente do fenômeno: a EVA e a NPRS capturam intensidade, o McGill captura qualidade e dimensão afetiva, e os rastreios de dor neuropática apontam mecanismo.

Escolher o instrumento certo depende do que você precisa saber naquele momento da avaliação, não de qual é o mais completo isoladamente.

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

Avaliação da dor: EVA, McGill e dor neuropática em 5 pontos | Avaliação e Semiologia