Espaço Fisioterapia

Psicologia aplicada à fisioterapia: adesão, luto, dor crônica e relação terapêutica

O que acontece com o paciente depois do trauma e como conduzir.

Saúde Mental · 8 min de leitura no app · atualizado em 18/10/2026

Resumo em 5 pontos

  1. 1Trauma gera dano no tecido e ruptura biográfica: trate pelo modelo biopsicossocial.
  2. 2Tristeza inicial é ajustamento; ideação suicida exige encaminhamento imediato.
  3. 3Na dor crônica, trate o medo com educação em dor e exposição gradual.
  4. 4Adesão depende de cinco dimensões da OMS, não só do paciente.
  5. 5Linguagem e vínculo têm efeito clínico: evite nocebo e valide a dor.

O que cai na prova

Começo do resumo

Depois do trauma: o paciente reage antes de se recuperar

Toda lesão, cirurgia ou diagnóstico grave produz duas coisas ao mesmo tempo. A primeira é um dano no tecido. A segunda é uma ruptura biográfica: o paciente perde função, renda, papel social, imagem corporal e, às vezes, a identidade construída em torno do corpo (o atleta, o trabalhador braçal, a mãe que cuida de todos).

Por isso a fisioterapia trabalha dentro do modelo biopsicossocial, proposto por George Engel como crítica ao modelo biomédico puro. Nele, a recuperação depende do tecido, mas também de crenças, emoções, comportamento, família, trabalho e acesso ao serviço.

Nas primeiras semanas após o evento, algumas reações são esperadas e fazem parte do ajustamento:

O resumo completo, com quiz no fim, está no app no Plus.

O que tem no resumo completo

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